sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Tabus sexuais masculinos


Descobrir as zonas erógenas do parceiro é sempre uma brincadeira para lá de interessante para se fazer debaixo dos lençóis. Mas nem todas as carícias são bem-aceitas pelos homens. Por que será que alguns não gostam de chamegos próximos à região anal?

Essa questão, muitas vezes, está ligada à subserviência. Além disso, coloca-se em xeque a forma como a pessoa foi educada. "Normalmente o homem é criado para segurar o pênis, se masturbar, ter muitas parceiras, reproduzir, ou seja, mostrar que é macho. Ao contrário da mulher. Nem todas têm o costume de tocar em suas partes genitais e ter muitos parceiros".
De maneira muito errada, uma parcela dos homens liga o sexo anal ao homossexualismo. E, na verdade, não é bem assim. Segundo o terapeuta sexual Dr. Amaury Mendes Jr., o ânus é uma mucosa erógena, e possui uma série de terminações nervosas assim como boca e genitais. "Nada impede que o homem sinta prazer com uma mulher introduzindo a língua ou o dedo em seu ânus. Mesmo que ele não tenha atração pelo mesmo sexo, pode perfeitamente aceitar uma carícia desse tipo, desde que traga boas sensações", garante.
O terapeuta conta também que é alto o percentual de mulheres que não praticam o sexo anal. Seja por questões religiosas ou comportamentais. "Há religiões que não permitem certas práticas. Diante disso, tudo o que não reproduz - sexo oral, homossexualismo e sexo anal - é ainda um tabu para muitas pessoas", explica.
O que leva um homem a provar novas carícias é estar bem em relação ao seu corpo e à companheira, o que reduz as dificuldades quanto à conduta sexual. "Já atendi mulheres, cujos maridos pedem carinhos na região do ânus. Algumas delas se mostram apreensivas, colocam em xeque a masculinidade do companheiro. Isso é preconceito. Não é preciso ser homossexual para gostar desse tipo de carinho", conta.
Dr. Amaury lembra que vivemos em uma sociedade dualista - homem e mulher, preto e branco, pequeno e grande - e o que foge desse modelo gera recusa, preconceito. "Esse carinho não tem nada de incomum. Tudo depende de como a pessoa se sente, fazendo e recebendo este tipo de carinho. O importante é não se sentir humilhado e se entregar.
Fonte: Vila Dois

Mulheres que usam salto chegam mais facilmente ao orgasmo


Uso do salto ajuda a contrair a musculatura da perna e ativa a região pélvica, diz estudo
O salto alto garante elegância ao visual, mas também é apontado como o vilão das pernas cansadas, da calosidade nos pés, das varizes, da inflamação no tendão de Aquiles , entre outras desvantagens. Mas pelo menos a vida sexual parece sair ganhando com o uso do sapato ultrafeminino? e não tem nada a ver com fetiche. Uma pesquisa realizada pela Universidade de Verona, na Itália, revelou que o uso do salto alto, acima de três centímetros, fortalece os músculos da perna e da região pélvica, o que faz com que as mulheres sintam contrações mais intensas durante o ato sexual e alcancem o orgasmo em menos tempo que as demais mulheres. 
Os testes foram feitos com 66 mulheres, com menos de 50 anos. Elas foram colocadas, em pé e paradas, em uma rampa que simulava a altura e a inclinação de um salto com 5 centímetros de altura. Após testes intercalados , mudando a altura e o tempo de exposição, os pesquisadores perceberam que para cada variação de situação, havia um reflexo diferente na musculatura da região pélvica.
De acordo com a pesquisa, publicada na revista especializada inglesa European Urology, o efeito positivo não é maior se o salto for mais alto; deve haver uma proporção entre o tamanho do pé e a altura do sapato. Para os pesquisadores, o estudo pode ser um ponto de partida para a descoberta de exercícios e técnicas que estimulem a região pélvica e ajude as mulheres a se realizarem na vida sexual.
Por: Minha Vida 

Escandalosas na hora do sexo


Cada um extravasa como quer (ou pode) a alegria do ápice do prazer na cama. Tem gente que chora. Tem quem ria, sem parar.
Tem as que ficam em silêncio, curtindo na ausência do som a intensidade do prazer. E tem quem grite. Para potencializar o prazer - ou simplesmente para externar a satisfação - há quem se empolgue e coloque numa boa noite de sexo uma trilha sonora com gritos, altos gemidos e muito, muito escândalo.
Mas às vezes, você gosta de fazer barulho - e seu parceiro acha a cena desnecessária. Como não existe receita pronta, o legal é sentir o ritmo da coisa e controlar o volume da empolgação na medida. “Meu marido não gosta que eu grite, mas tem vezes que é incontrolável. Até mordo o travesseiro. Sinto que ele fica assim quando transamos em casa, já que temos duas filhinhas”, conta Suzi Cunha. Segundo ela, mesmo com o quarto distante das meninas, o maridão não se sente à vontade da mesma forma quando eles vão para um motel.

Raul Silveira concorda que perto dos filhos não é legal, mas admite que adora quando a mulher grita. “Significa que está mesmo sentindo muito prazer”, diz. “Mas quando tem alguém em casa, não gosto quando minha esposa grita. Não quero que as pessoas fiquem imaginando minha mulher pelada transando comigo”, completa. Pelo jeito os gritos valem mesmo no motel, quando não tem ninguém escutando. “Lá, não vejo problema algum em gritar. Todo mundo vai para o motel para transar mesmo”.
Alicia Medeiros diz que o namorado é bem barulhento, fala bastante e sempre comenta depois que ela é muito quietinha na cama. “Eu não gosto de falar nada, nem de gritar. Prefiro curtir o prazer em silêncio”, afirma. “Gemer um pouco alto tudo bem, agora fazer escândalo, ninguém merece”.
Então como tanto homem quanto mulher podem preferir o sexo silencioso, mais calminho, o legal é sentir a vibração do parceiro. Mas não deixe de extravasar apenas porque o parceiro não gosta. Encontrar o equilíbrio na equação é muito melhor do que reprimir o prazer.
Por Sabrina Passos (MBPress)

O que eles gostam de ouvir na cama?


Sexo é sempre uma caixinha de surpresas. E para que elas sejam sempre positivas é preciso conhecer o parceiro e saber do que você e ele gostam.

 Será que a maioria dos rapazes preferepalavras picantes, o silêncio ou os termos mais cabeludos?
A psicóloga e sexóloga Maria Lúcia Beraldo afirma que o que as mulheres dizem tem o poder tanto de potenciar, quanto de inibir a excitação do parceiro. "Os homens maismaduros não se importam somente com o próprio prazer. Para eles, uma boa transa é aquela em que fizeram a sua parceira delirar!", afirma Maria Lúcia.
Esse mecanismo vai além, a sexóloga explica: "Assim, quando eles fazem algo e têm de alguma forma um retorno positivo, sua masculinidade é aumentada, por conta do efeito dessa atitude em sua autoestima e sua autoconfiança. Isso desencadeia ainda mais prazer na relação, onde se tem prazer em dar prazer. É um mecanismo de retroalimentação, que funciona tanto para o homem quanto para a mulher".
Pode ser que se mostrar muito desinibida entre quatro paredes assuste o moço. A sexóloga diz que é possível que os mais inseguros e desconfiados precisem de garantias, como uma mulher sexualmente inibida para se relacionar. Palavras mais pesadas, dignas de filmes adultos, costumam dividir os rapazes. Maria Lúcia garante que é possível ser sexy sem pesar no jargão.
O engenheiro civil Wesley Talaveira, 26 anos, diz que gosta de ouvir algumas palavrinhas, mas poucas e curtas. "Algumas palavras picantes ajudam muito na hora do sexo. Palavras de ordem, coisas como ‘mais rápido’, ou pequenos elogios, por exemplo, ‘que delícia’ ao pé do ouvido também ajudam. Isso serve para você saber se está agradando", revela. "Mas poucas palavras, e rápidas", ressalta.
"Além disso, a mulher não precisa mostrar tudo o que é capaz de fazer de imediato... Ela pode ir se mostrando na medida em que vai conhecendo-o, também", comenta a psicóloga. "Isto pode ser divertido e é uma fase importante na relação", completa. Maria Lúcia Beraldo lembra que em caso de transas eventuais não é necessário haver a preocupação em agradar, já que não há expectativas de relacionamento afetivo.
Ricardo Tourais, promotor de vendas, 32 anos, diz que não gosta de palavras mais pesadas. "Acho que não há necessidade desse tipo de vocabulário. Surpresas na hora do sexo são boas, mas muitas podem acabar tirando o foco. Se for uma mulher que no dia a dia costuma falar alguma sacanagem você já espera algo assim dela na cama, mas, caso contrário, pode ficar estranho", alerta Ricardo.
A sexóloga ressalta: "Para a maioria dos homens, a mulher mais ‘gostosa’ não é aquela de corpo perfeito, mas aquela que percebe que está ali fazendo o que realmente quer". Maria Lúcia afirma que sentir-se intensamente desejado por uma mulher que lhes interessa é um dos maiores afrodisíacos para o homem, assim como olhares, gemidos, sorrisos e expressões corporais, como arqueamento do corpo e abraços fortes.

"Contudo, é muito importante que a mulher esteja realmente vivendo aquilo da forma como apresenta, pois, do contrário, ela se tornará artificial, estará representando um papel que, ao invés de intensificar o prazer de ambos, irá tirar a atenção dela para o que fazer ou dizer, distraindo-a dos estímulos em si", alerta a sexóloga. "E isto sairá como um tiro pela culatra, fazendo com que ela perca a excitação. Assim, a meta continua sendo colorir a situação, mas sem perder a autenticidade", finaliza.
Por Bianca de Souza (MBPress)

Camisinha muito mais fácil de colocar



Aquela desculpa de que parar para por a camisinha estraga o clima parece estar com os dias contados. É que já foi inventado um preservativo com um sistema muito mais prático na hora de colocar
O principal diferencial é que o seu criador pensou em um aplicador simples, mas especial. A camisinha e o aplicador são embrulhados em uma embalagem serrilhada, que quando aberta, já deixa o preservativo na posição correta. Basta encaixar o produto no pênis e escorregá-lo até a base. Ao final, o aplicador sai. Super prático e rapidinho!
Na verdade o produto foi lançado em 2006 e já é vendido desde então na África do Sul, mas agora o fabricante recebeu um incentivo financeiro e está buscando distribuidores internacionais.
Quem sabe em breve a novidade chegue por aqui! Enquanto isso vale ver o vídeo que explica como funciona a novidade.E quando chegar estarei provavelmente vendendo,uma vez que vendo produtos de sex shop.
Por: Célia Pereira

O tal mito do "fio terra"


Com o passar do tempo em uma relação é comum que o casal desenvolva certas intimidades na cama. Porém, o que fazer quando tanta abertura acaba gerando desconforto em um dos parceiros? Um dos principais causadores dessas situações, na hora do sexo, é o temido e subjugado "fio terra".
A maioria dos rapazes não suporta pensar na possibilidade.
Segundo Marina Vasconcellos, psicóloga pela PUC-SP, terapeuta familiar e de casal (UNIFESP), especialista em Psicodrama Terapêutico pelo Instituto Sedes Sapientiae e psicodramatista didata pela Federação Brasileira de Psicodrama (FEBRAP), isso acontece porque muitos homens acham que se sentirem prazer na região do ânus será uma ameaça à sua heterossexualidade, ou seja, têm medo de gostar e não poder admitir, pois pra eles "isso é coisa de gay".
Porém, há aqueles que gostam. Muitas mulheres não sabem como reagir quando o rapaz demonstra interesse e até pede que ela "invada" um lugarzinho tão protegido. Outras, assim como alguns heterossexuais, acreditam que se o companheiro sentir prazer nessa região significa que ele não é tão "macho" como ela pensava.
Para as pessoas que pensam dessa forma a psicóloga diz: "Que não há qualquer relação entre sentir prazer anal e ser homossexual, uma coisa não implica na outra, é apenas uma questão física".
Anatomicamente, o ânus masculino e feminino é idêntico. Ou seja, se há mulheres que sentem prazer nessa região, homens também podem sentir. Esta região proporciona prazer por ser um local com grande quantidade de terminações nervosas e muita irrigação sanguínea, assim como a glande do pênis e a vagina.
·         Sexo anal sem dúvidas

No caso das mulheres que não cultivam esse preconceito
 e que querem aumentar a intimidade e os prazeres na cama, a psicóloga dá as dicas: "Deixe claro que ele tem total liberdade de sentir prazer e que não terá sua masculinidade ameaçada. Além disso, diga que é uma questão física apenas, sem outras preocupações."
Marina Vasconcellos garante que o diálogo é sempre melhor pedida, em qualquer assunto: "Mas não se deve falar muito a respeito. Em alguns casos o melhor é fazer, com jeito e calma, seduzindo o parceiro para que ele não se sinta desconfortável". Esqueça o preconceito e aproveite o momento e a companhia.
Por Bianca de Souza (MBPress)


Casamento civil entre pessoas do mesmo sexo


A união homoafetiva foi concedida à um casal de gaúchas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que reconheceu em julgamento o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. A audiência aconteceu nesta terça-feira (25/10). Quatro dos cinco ministros autorizaram ocasamento das gaúchas que vivem juntas há cinco anos.
A decisão do STJ não beneficia todos os casos, mas abre precedente para que tribunais de instâncias inferiores ou até mesmo cartórios adotem posição semelhante a esta.

O caso é o primeiro onde o STJ admite o casamento gay. Em outras instâncias inferiores da Justiça, outros casais já haviam conseguido se casar. O diferencial deste caso é que o pedido chegou ao STJ por ser rejeitado por um cartório e pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.
O ministro Marco Aurélio Buzzi, o último a votar, destacou que o Código Civil em nenhum momento proíbe pessoas do mesmo sexo de contrair casamento. O único ministro que votou contrário foi Raul Araújo Filho, que havia se manifestado a favor na primeira parte do julgamento e mudou seu voto. O argumentou dele foi que o casamento civil não é um mero "acessório" da união civil.
O advogado do casal, Paulo Roberto Iotti Vecchiatt, afirma que, no direito privado, o que não é expressamente proibido, é permitido. Isso significa que o casamento estaria autorizado porque não é proibido por lei.
Buscando seus direitos
As gaúchas pediram em cartório o registro do casamento e, com a recusa, decidiram entrar na Justiça. O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul julgou improcedente a ação e isso levou as gaúchas a recorrerem ao STJ.
Ao reconhecer a união estável entre pessoas do mesmo sexo, em maio deste ano, o STJ deixou em aberto a possibilidade de casamento, o que provocou decisões desencontradas de juízes de primeira instância.
O relator do processo, Luis Felipe Salomão, foi favorável ao pedido das gaúchas e reconheceu que o casamento civil é a forma mais segura de garantir os direitos de uma família.
Diferença entre união estável e casamento
A união estável acontece sem formalidades a partir da convivência do casal. A decisão do STJ no mês de maio tratou da figura da União Estável entre pessoas do mesmo sexo e não do casamento.
Segundo juristas, a união estável corresponde a uma entidade familiar, exercida contínua e publicamente. É reconhecida quando os companheiros convivem de modo duradouro e com intuito de constituição de família, nasce do afeto entre os companheiros, sem prazo certo para existir. Mas a união estável não está definida na legislação brasileira como forma de alteração do estado civil.
Já o casamento civil é um contrato jurídico-formal estabelecido entre duas pessoas. Um ato jurídico solene que altera o estado civil dos participantes. No direito, o estado civil é a situação de uma pessoa em relação ao casamento.
Por Catharina Apolinário
Fonte: VilaMulher