sexta-feira, 13 de maio de 2011

PRAZER ANAL MASCULINO, UM TABU?

Prazer anal masculino

Se o bumbum feminino é uma mania nacional, o masculino está longe disso. Não há apelo erótico para esta parte do corpo do homem, seja na mídia ou nas músicas. E falar em excitação nesta área é levantar tabus e preconceitos. Mas a verdade é que eles podem sentir prazer se forem estimulados nessa região.

Tanto isso é possível que o toque na área do ânus é um dos pedidos mais freqüentes entre os homens que ligam para o Disque-Fantasia. Por meio deste serviço de sexo por telefone, eles liberam diversas fantasias nesse sentido.

Segundo Paulo César Coelho, dono da empresa de tele-sexo, este tipo de fantasia é explicitado por 90% dos homens que telefonam. “Aqui eles sabem que não vão ser criticados nem correm o risco de serem taxados de homossexuais”, explica. Às atendentes, a orientação da empresa é a de jamais sugerir esta possibilidade aos clientes.

Aliás, receber o rótulo de homossexual é o grande medo, mas que não passa de mito. “Não são apenas os homossexuais do sexo masculino que sentem prazer ao serem estimulados no ânus”, diz a psicóloga Ana Cristina Nunes, mestre em sexologia. E explica o porquê: “A região é muito enervada e qualquer toque ou carícia pode ser excitante.”

A cultura machista dos brasileiros não permite que o homem sinta este prazer

O ginecologista e terapeuta sexual Gérson Estermínio concorda. E vai mais longe. “É uma região erógena, extremamente prazerosa. Mas, muitos homens, por causa do machismo, negam esse prazer.” A presença de muitos vasos, a circulação sangüínea e a mucosa exteriorizada tornam toda a área muito mais sensível. “Por isso, qualquer toque é percebido melhor.”

Quebrar o tabu é difícil, pois esbarra no fator cultural. Segundo a psicóloga e educadora Vera Lúcia Vaccari, a sociedade brasileira acredita que só os homossexuais do sexo masculino podem sentir prazer com essa estimulação.

“E como há um grande preconceito, tudo o que possa ser considerado de caráter homossexual vira objeto de condenação.” E não só isso. Segundo ela, ao ser estimulado nessa região pela parceira, o homem pode se sentir ameaçado de alguma forma. É como se tivesse a masculinidade posta à prova.

Este preconceito está tão arraigado que prejudica, inclusive, a saúde do homem. No exame de próstata, por exemplo. “Muitos homens se recusam a fazer o exame de prevenção do câncer de próstata, o toque retal, por repulsa do dedo no ânus”, diz Vera.

Para muitas mulheres, esse desejo masculino é visto como sinal de homossexualidade

Os mitos e preconceitos não são mantidos apenas pelos homens. As mulheres também são extremamente preconceituosas. Para muitas, o fato de o homem assumir que se sente estimulado dessa forma é um sinal de homossexualidade enrustida.

Ou seja, vencido o preconceito que existe nele mesmo e assumindo a excitação, o homem encontra na mulher uma barreira. “Já atendi um casal em que a mulher confessou que o casamento acabou quando ele pediu para ser estimulado no ânus. Para aquela mulher, aquilo representou o fim do desejo”, conta a psicóloga Ana Cristina.

Segundo ela, esse tipo de coisa assusta muito a mulher. “Poucas conseguem entender que aquele estímulo dá prazer, mais nada. E não significa de forma alguma uma tendência homossexual.” Para ela, o ideal é que o casal encare a experiência como uma coisa a mais na relação sexual, sem fazer uma leitura preconceituosa.

Há exercícios que estimulam a curiosidade sexual. Derrubar este mito requer esforço e vontade do casal. O fundamental é que haja muita conversa entre ambos. Caso contrário, a experiência pode fazer até com que os dois se separem. “É preciso que um não atropele o outro. Ou seja, vale tudo no sexo, desde que se respeite a vontade do parceiro”, diz a psicóloga.

Ela lembra que por ser um assunto muito delicado para ambos, tem de ser conversado e discutido antes. “Em todos os anos de consultório, eu nunca tive um casal que quisesse partir direto para a experiência de estimulação anal masculina. Sempre tive que incentivá-los a se explorar bem para que tivessem vontade e curiosidade de fazê-lo”, diz Ana Cristina.

Nas suas consultas, a psicóloga estimula os casais a se descobrirem. “Eu proíbo os dois de terem relações sexuais, tirando assim o foco da vagina/pênis”, diz. Desta forma, ela faz com que o casal se toque, um explore o corpo do outro. A resistência é comum e só pode ser derrubada se o casal vivenciar esses momentos de intimidade.

Fonte:Conquista. com

sexta-feira, 6 de maio de 2011

O Mundo Sem Mulheres

O Mundo sem mulheres!

O cara faz um esforço desgraçado para ficar rico pra quê?

O sujeito quer ficar famoso pra quê?

O indivíduo malha, faz exercícios pra quê?

A verdade é que é a mulher o objetivo do homem.

Tudo que eu quis dizer é que o homem vive em função da mulher.

Vivem e pensam em mulher o dia inteiro, a vida inteira.

Se a mulher não existisse, o mundo não teria ido pra frente.

Homem algum iria fazer alguma coisa na vida para impressionar outro homem,

para conquistar sujeito igual a ele, de bigode e tudo.

Um mundo só de homens seria o grande erro da criação.

Já dizia a velha frase que 'atrás de todo homem bem-sucedido existe uma grande mulher'.
O dito está envelhecido. Hoje eu diria que 'na frente de todo homem bem-sucedido existe uma grande mulher'.

É você, mulher, quem impulsiona o mundo.

É você quem tem o poder, e não o homem

É você quem decide a compra do apartamento, a cor do carro, o filme a ser visto, o local das férias.

Bendita a hora em que você saiu da cozinha e, bem-sucedida, ficou na frente de todos os homens.

E, se você que está lendo isto aqui for um homem, tente imaginar a sua vida sem nenhuma mulher.

Aí na sua casa, onde você trabalha, na rua. Só homens.

Já pensou?

Um casamento sem noiva?

Um mundo sem sogras?

Enfim, um mundo sem metas.

ALGUNS MOTIVOS PELOS QUAIS OS HOMENS GOSTAM TANTO DE MULHERES:

1- O cheirinho delas é sempre gostoso, mesmo que seja só xampu.

2- O jeitinho que elas têm de sempre encontrar o lugarzinho certo em nosso ombro, nosso peito.

3- A facilidade com a qual cabem em nossos braços.

4- O jeito que tem de nos beijar e, de repente, fazer o mundo ficar
perfeito.

5- Como são encantadoras quando comem.

6- Elas levam horas para se vestir, mas no final vale a pena.

7- Porque estão sempre quentinhas, mesmo que esteja fazendo trinta graus abaixo de zero lá fora.

8- Como sempre ficam bonitas, mesmo de jeans com camiseta e
rabo-de-cavalo.

9- Aquele jeitinho sutil de pedir um elogio.

10- O modo que tem de sempre encontrar a nossa mão..

11- O brilho nos olhos quando sorriem.

12- O jeito que tem de dizer 'Não vamos brigar mais, não..'

13- A ternura com que nos beijam quando lhes fazemos uma delicadeza.

14- O modo de nos beijarem quando dizemos 'eu te amo'.

15- Pensando bem, só o modo de nos beijarem já basta.

16- O modo que têm de se atirar em nossos braços quando choram.

17- O fato de nos darem um tapa achando que vai doer..

18- O jeitinho de dizerem 'estou com saudades'.

19- As saudades que sentimos delas.

20- A maneira que suas lágrimas tem de nos fazer querer mudar o mundo para que mais nada lhes cause dor.


Fonte: (Arnaldo Jabor)

quinta-feira, 5 de maio de 2011

VOCABULÁRIO FEMININO - QUE TAL MUDAR? Homenagem a todas as mulheres e homens que tem mulheres em suas vidas

Em homenagem as mulheres, quer sejam mães ou não...É preciso mudar para viver melhor, pensem nisso. Aos homens, ajudem as mulheres que fazem parte da sua vida a mudarem seu vocabulário!
Célia Pereira

Se eu tivesse que escolher uma palavra
- apenas uma - para ser item obrigatório no vocabulário da mulher de hoje, essa palavra seria um verbo de quatro sílabas:descomplicar.
Depois de infinitas (e imensas) conquistas, acho que está passando da hora de aprendermos a viver com mais leveza: exigir menos dos outros e de nós próprias, cobrar menos, reclamar menos, carregar menos culpa, olhar menos para o espelho.

Descomplicar talvez seja o atalho mais seguro para chegarmos à tão falada qualidade de vida que queremos - e merecemos - ter.

Mas há outras palavras que não podem faltar no kit existencial da mulher moderna.
Amizade, por exemplo.
Acostumadas a concentrar nossos sentimentos (e nossa energia...) nas relações amorosas, acabamos deixando as amigas em segundo plano.

E nada, mas nada mesmo, faz tão bem para uma mulher quanto a convivência com as amigas.
Ir ao cinema com elas (que gostam dos mesmos filmes que a gente), sair sem ter hora para voltar, compartilhar uma caipivodca de morango e repetir as histórias que já nos contamos mil vezes - isso, sim, faz bem para a pele.

Para a alma, então, nem se fala.

Ao menos uma vez por mês, deixe o marido ou o namorado em casa, prometa-se que não vai ligar para ele nem uma vez (desligue o celular, se for preciso) e desfrute os prazeres que só uma boa amizade consegue proporcionar.

E, já que falamos em desligar o celular, incorpore ao seu vocabulário duas palavras que têm estado ausentes do cotidiano feminino: pausa e silêncio.

Aprenda a parar, nem que seja por cinco minutos, três vezes por semana, duas vezes por mês, ou uma vez por dia
- não importa - e a ficar em silêncio.

Essas pausas silenciosas nos permitem refletir, contar até 100 antes de uma decisão importante, entender melhor os próprios sentimentos, reencontrar a serenidade e o equilíbrio quando é preciso.

Também abra espaço, no vocabulário e no cotidiano, para o verbo rir.
Não há creme anti-idade nem botox que salve a expressão de uma mulher mal-humorada.
Azedume e amargura são palavras que devem ser banidas do nosso dia a dia.
Se for preciso, pegue uma comédia na locadora, preste atenção na conversa de duas crianças, marque um encontro com aquela amiga engraçada - faça qualquer coisa, mas ria.
O riso nos salva de nós mesmas, cura nossas angústias e nos reconcilia com a vida.

Quanto à palavra dieta, cuidado: mulheres que falam em regime o tempo todo costumam ser péssimas companhias.

Deixe para discutir carboidratos e afins no banheiro feminino ou no consultório do endocrinologista.
Nas mesas de restaurantes, nem pensar.

Se for para ficar contando calorias, descrevendo a própria culpa e olhando para a sobremesa do companheiro de mesa com reprovação e inveja, melhor ficar em casa e desfrutar sua salada de alface e seu chá verde sozinha.

Uma sugestão?
Tente trocar a obsessão pela dieta por outra palavra que, essa sim, deveria guiar nossos atos 24 horas por dia:
gentileza.

Ter classe não é usar roupas de grife: é ser delicada.
Saber se comportar é infinitamente mais importante do que saber se vestir.

Resgate aquele velho exercício que anda esquecido: aprenda a se colocar no lugar do outro, e trate-o como você gostaria de ser tratada, seja no trânsito, na fila do banco, na empresa onde trabalha, em casa, no supermercado,
na academia.

E, para encerrar, não deixe de conjugar dois verbos que deveriam ser indissociáveis da vida:
sonhar e recomeçar.

Sonhe com aquela viagem ao exterior, aquele fim de semana na praia, o curso que você ainda vai fazer, a promoção que vai conquistar um dia, aquele homem que um dia (quem sabe?) ainda vai ser seu, sonhe que está beijando o Richard Gere... sonhar é quase fazer acontecer.
Sonhe até que aconteça.

E recomece, sempre que for preciso: seja na carreira, na vida amorosa, nos relacionamentos familiares.
A vida nos dá um espaço de manobra: use-o para reinventar a si mesma.

E, por último (agora, sim, encerrando), risque do seu Aurélio a palavra perfeição.

O dicionário das mulheres interessantes inclui fragilidades, inseguranças, limites.

Pare de brigar com você mesma para ser a mãe perfeita, a dona de casa impecável, a profissional que sabe tudo,
a esposa nota mil.

Acima de tudo, elimine de sua vida o desgaste que é tentar ter coxas sem celulite, rosto sem rugas, cabelos que não arrepiam, bumbum que encara qualquer biquíni.
Mulheres reais são mulheres imperfeitas.
E mulheres que se aceitam como imperfeitas são mulheres livres.
Viver não é
(e nunca foi)
fácil, mas, quando se elimina o excesso de peso da bagagem
(e a busca da perfeição pesa toneladas),
a tão sonhada felicidade fica muito mais possível.

Fonte: Leila Ferreira

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Você busca um par perfeito? Texto importante para homens e mulheres se avaliarem

Muitos relacionamentos começam com paixão e idealização. Idealizar é enxergar no outro o que você deseja e não as reais qualidades que a pessoa apresenta naquele momento. É querer que o outro responda as expectativas criadas pela sua própria fantasia. De certa maneira, é querer que a outra pessoa realize suas vontades e desejos pré-estabelecidos. Mas, quando saber se isso está dentro do que é considerado normal?

Com o passar do tempo essa paixão muitas vezes passa, pois na verdade não estava ligada a dados reais e concretos, mas a ilusão que é originária, possivelmente, de todos os filmes e histórias românticas vistas e escutadas durante muito tempo (normalmente, já introduzida na infância e reforçada ao longo dos anos).

Mas a vida não é um filme, um livro de romance ou algo em que o acaso é o único dono do destino, sem possibilidades de atuação. Nós podemos começar a fazer novas escolhas mais satisfatórias e adequadas para nossa felicidade e também da pessoa ao nosso lado.

Observe que para tudo na vida, de modo geral, as pessoas dedicam muito tempo para se aperfeiçoarem: estudando, treinando e vivenciando, por exemplo, o trabalho, os esportes, algum novo curso etc., mas no assunto relacionamento tudo parece diferente. Muitos se deixam levar e ficam a mercê do destino e do acaso. Frases como: o que tiver que ser será , quando a gente menos espera a pessoa certa aparece , etc... Todos já ouviram várias vezes. E se esquecem que devem preparar e cuidar dos pensamentos e da maneira com que escolhem quem estará ao seu lado. Deixar de enxergar o outro como ele realmente é, faz com que as pessoas deixem de viver novas experiências para se entregar a padrões criados em sua mente. Portanto, fecha-se os olhos para uma realidade que mais dia ou menos dia aparecerá. Isso se torna um grande problema, pois a ilusão não perdura para sempre e, portanto, após a descoberta, vem a decepção. Sentimento de fracasso, desgosto e desilusão são muito negativos e poderiam, em muitos casos, serem evitados se houvesse uma preocupação com atos e escolhas.

Quem disse que o príncipe encantado existe? Alguém já o viu? E quem arrisca dizer que sim? Será essa pessoa um príncipe encantado de verdade ou uma pessoa normal que você enxerga através de lentes e distorções produzidas pela mente? O que é real e o que imaginário? Sempre ouvimos histórias sobre os príncipes no começo dos relacionamentos, depois de alguns meses eles viram sapos, ou melhor, voltam a ser quem sempre foram, nem príncipes, nem sapos, pois essas percepções só estavam na mente de que os criou. Importante lembrar que homens, também buscam uma mulher perfeita (essa percepção vai variar de pessoa para pessoa, segundo seus critérios de aprendizagem prévia), mas não dão o nome de princesa encantada. Ou seja, todos querem um relacionamento feliz e harmonioso. Cada um dentro de sua realidade e contexto de vida.

Não podemos esperar a perfeição se não somos perfeitos. Já contava uma história antiga de que um jovem, muito bonito, inteligente, saiu em busca de uma mulher perfeita, por não achar na sua cidade, saiu pelo mundo a procurá-la. Anos depois, voltou a sua cidade natal, sozinho e todos perguntaram se ele havia achado o que procurava em sua viagem. Ele respondeu que sim. E todos curiosos queriam saber onde estava essa mulher, e então ele respondeu: Não estamos juntos. Ela também estava buscando o homem perfeito e foi procurá-lo mundo a fora. O romance além da atração física deve surgir das afinidades e dos objetivos em comum entre duas pessoas. Isso é muito importante, para que se possa compartilhar a vida em diversos momentos, como fazemos com nossas famílias e amigos. Para isso é preciso aproveitar a oportunidade de conhecer o que há de melhor em cada pessoa, independente do fato de que ela será seu namorado (a), esposo (a) ou não.

Compartilhar a vida é também aceitar o outro como ele é e poder abstrair seu melhor. Criar novas amizades, novos conhecimentos, que podem ser importantes em sua vida de outras maneiras e não somente como um romance. Não se pode ou deve depositar suas carências e dependência no outro. Ser livre e saber viver para si é fundamental.

Algumas pessoas vivem a vida como se existisse um concurso para eleger quem será o seu namorado (a) e com esse comportamento, deixam de aproveitar os momentos e viver o presente, deixam de viver a vida como ela é. O problema surge quando a pessoa escolhida não condiz com o modelo imaginário, então, já não há mais interesse. Será que se relacionar é apenas ter outra pessoa ao lado que supra as carências? Ideal seria aceitar o outro como ele é e tê-lo ao lado por admiração concreta e real. As carências deveriam ser supridas por cada um e não por outra pessoa.

Existem muitas maneiras de se viver a própria vida ao lado de outra pessoa. Viver uma ilusão sem dados reais leva a frustração. A vida é feita de momentos e de sonhos que podem ser concretizados se houver interesse e dedicação. Deve-se aproveitar a vida e vivê-la intensamente. Aceitar as experiências reais, vividas com verdade, assim fica mais fácil encontrar alguém muito especial.

Fonte: Site Minha Vida - Adriana de Araújo

Colaboradora: Fabiana Leão

Namoro entre pessoas de idades diferentes, pare, leia, pense e analise! O que vale é o amor!

Namoro de Sharon Stone com homem mais novo desafia o preconceito
Insegurança estética é o maior problema vivido pelas mulheres que passam dos 50 anos

Volta e meia, o assunto volta à cena (como sinal de que as diferenças ainda não foram bem diluídas pela sociedade). O namoro entre uma mulher muito mais velha do que seu parceiro sempre gera polêmica e especulações sobre as bases da relação. O buchicho mais recente envolve a atriz Sharon Stone que, aos 50 anos, anda saindo com Dreyfous Chase, 24.

Eles saem juntos para as festas e restaurantes mais badalados de Los Angeles, enfrentando os fotógrafos sem constrangimento. A animação, contudo, precisa ser vista com cautela. Uma relação em que as diferenças estão postas aos olhos dos outros é sempre mais difícil , afirma a terapeuta sexual Márcia Atik, especialista do MinhaVida. Isso não quer dizer que as coisas vão dar errado, mas o casal precisa estar consciente dos problemas e se preparar para encará-los .

Numa entrevista franca e sem meias palavras, Márcia Atik identifica a origem dos preconceitos quanto a esse tipo de relacionamento, dá conselhos para que as fragilidades do casal sejam separadas e revela o que está por trás das críticas mais comuns feitas quando a diferença de idade chama a atenção.

Por que, atualmente, persiste o tabu quanto às diferenças de idade?
Eu não acho que existam tabus em relação à idade. Pelo contrário, hoje existe mais liberdade de escolha e, portanto, muitas fórmulas são válidas. Mas acredito que as pessoas estão mais imediatistas em relação a tudo (felicidade, inclusive). Há menos paciência em cultivar uma relação a dois e isso cria uma dificuldade maior de adaptação às diferenças.

Houve alguma mudança na forma como esses relacionamentos são encarados?
Sim, a aproximação de pessoas de diferentes tribos no que diz respeito à idade, raça e religião está mais fácil.

Que tipo de experiência, em geral, as mulheres buscam ao se envolverem com um homem muito mais novo?
Generalizando, podemos dizer que é uma fantasia de resgate da sua própria juventude ou a negação do envelhecimento. A necessidade de cuidar de alguém é intrínseca da mulher e pode ser transferida para um parceiro. Mas não podemos deixar de dizer que a sexualidade se expressa de incontáveis maneiras e, de repente, é apenas uma atração do ponto de vista sexual.

E o contrário: homens que sempre se envolvem com mulheres mais velhas têm que perfil?
Além da expressão do desejo que pode ter esse perfil, há um traço de imaturidade. Mas isso não quer dizer que a relação vai apresentar problemas.

Quais são os problemas típicos deste tipo de relacionamento?
Quando há espaço para a construção de uma relação a partir de desejos, sonhos e projetos de vida a dois, a diferença de idade passa despercebida. Há algo maior em jogo, que é a realização pessoal e da união. Mas uma relação baseada na superficialidade do amor e na banalização dos sentimentos, com certeza, sofrerá o impacto dessa diferença.

Há diferença de libido muito grande quando o homem é, pelo menos, 20 anos mais novo?
Esta questão é delicada. Apesar de sabermos que a libido está sujeita às mudanças fisiológicas em cada fase etária, posso afirmar como terapeuta sexual que o desejo se alimenta da qualidade da relação. Portanto, se as diferenças fisiológicas existem, elas são superadas pelo estímulo que uma relação prazerosa dá.

A diversidade de interesses enriquece ou causa mais discussões? Por quê?
Deveria enriquecer. Mas, em geral, as pessoas se apegam muito mais ao resultado de uma relação do que a resultante, isto é, ao ganho que aquela relação proporciona. E repito: ficam na superficialidade! Nesse caso, interesses diversos viram um problema.

As fases diferentes que cada um vive pode prejudicar o relacionamento?
Não creio que prejudique se a relação estiver equilibrada. Toda a vida bem vivida sempre é presenteada com a evolução do eu.

As questões estéticas podem se tornar um problema para a mulher?
Sem dúvida, a estética pesa mais para a mulher do que ao homem, pois a nossa sociedade valoriza e faz a ligação de juventude e beleza. Para os homens mais velhos, muito mais do que a barriguinha ou os cabelos brancos, o grande fantasma é a performance sexual.

E que dicas ajudam esse tipo de relacionamento a dar certo?
O conselho que eu dou para um casal de características diferentes permanecer unido é perceber, pensar e avaliar a relação tendo em vista a diferença. Isso deve ser feito no intuito de fortalecer os laços e preparar os dois para os obstáculos, pois eles aparecerão.
Fonte: Site Minha Vida

Quarto de motel esconde perigos para a saúde , cuidado!

Você já pensou nos riscos que um quarto de motel pode representar para sua saúde? Quando a temperatura esquenta, pouca gente pensa nisso. Mas o risco de contrair, principalmente, uma doença sexualmente transmissível DST existe. Para se ter ideia, alguns vírus, como o HPV, por exemplo, podem sobreviver por até sete dias em uma superfície. ?Se os cuidados com a higiene não estiverem totalmente alinhados, as chances de contaminação são enormes. Banheiras e lençóis podem guardar uma grande quantidade de vírus, que podem gerar desde problemas mais simples como a candidíase até os mais sérios como o HPV ?, explica o médico mastologista do Hospital A.C.Camargo, Levon Badiglian Filho.

O administrador de empresas Renato conta que pode comprovar como a má higienização de um estabelecimento é capaz de provocar danos ao organismo. "Um dia depois de passar a noite em um quarto de motel comecei a sentir coceiras na região genital. Fiquei quase uma semana sofrendo com o problema, sem saber o que estava acontecendo. Depois de uma consulta com o urologista, descobri que havia contraído chato (uma espécie de piolho que se fixa nos pelos pubianos)".

HPV, DST, quarto de motel, banheira, toalha

De acordo com o professor Antonio Carlos Morilha, especialista do Guia de Motéis e colaborador da revista Moteleiro, os cuidados com o quarto do motel devem ser colocados em primeiro plano. "As toalhas devem ser esterilizadas e todo o quarto deve ser desinfetado, como banheiras, sauna e cadeiras. Assim, os riscos de contaminação são nulos e os adeptos podem ficar tranquilos", explica. "O cliente que perceber algo errado deve informar imediatamente a recepção, além de se informar sobre todos os cuidados com a higiene do motel".

Raio-X do quarto

De acordo com o médico do A.C. Camargo, a primeira atitude é prestar atenção nos pequenos detalhes do lugar que você frequenta. "Fazem parte das medidas de segurança procurar estabelecimentos que apresentem o mínimo exigido de condições higiênicas, observar a aparência da fachada externa (que pode dizer muito sobre o ambiente interno), além de desconfiar de preços muito baixos", explica Levon. Outros sinais podem estar invisíveis aos olhos, por isso que os cuidados devem ser redobrados. "Devemos analisar todos os objetos que entrem em contato com a mucosa e principalmente com os órgãos genitais. Principalmente, aqueles que sejam de difícil esterilização, como banheiras e bancos, já que muitos vírus e bactérias causadores de doenças são bastante resistentes", diz o mastologista. "Alguns micro-organismos sobrevivem em superfícies inertes e secas por um longo período de tempo, como o gonococo (causador da gonorreia), que permanece ativo de 1 a 3 dias e o HPV, até 7 dias" .

Há quem prefira levar para o motel um pouco de álcool para desinfetar o local como forma de se precaver. Mas será que essa é a solução mais indicada? "O álcool em gel a 70% é ótimo para eliminar qualquer vestígio de vírus. Mas, vale lembrar que essa é obrigação dos estabelecimentos, e se a pessoa faz isso é por que não confia no padrão de limpeza do motel", explica o mastologista.
Quarto de motel

Os campeões de contaminação

Banheira: marcas de ferrugem ou de manchas são sinais de má higiene. A melhor opção é não usar e desistir do estabelecimento.

Assento sanitário: existem motéis que apresentam um lacre de higienização; esses são os mais confiáveis. Mesmo assim, observe se houve a limpeza, caso contrário, avise a recepção e procure outro lugar.

Toalhas: as toalhas devem ser brancas e não podem apresentar nenhum indício de manchas. Prefira os estabelecimentos que usem o processo de esterilização e mande as toalhas ensacadas individualmente.

Lençol: mesmo uma manchinha pequena indica que a limpeza não foi realizada da maneira correta. Se a sujeira ainda está lá, os vírus também podem estar.

Piscina: antes de mergulhar, preste atenção na cor e no cheiro da água. Qualquer fator incomum precisa ser levado em consideração.

Cadeiras: os bancos e cadeiras precisam estar limpos e secos, e mesmo se tudo estiver em ordem prefira colocar a toalha antes de sentar-se.

Fonte: site Minha vida

Com que roupa eu vou? Dicas para homens e para as suas parceiras ajudarem

No convite, as indicações do que vestir em eventos sociais costumam mais confundir - diante de tantos termos e variações - que esclarecer. O dresscode (código de como se vestir), que deveria facilitar escolhas para compor um visual, acaba assustando ainda mais os convidados. Mas tenha calma, desvendaremos abaixo cada tipo de traje para que você não entre em desconforto:

Esporte (casual, sport casual)

É indicado para eventos sociais durante o dia, ao ar livre ou mais casuais, como almoços de negócios, aniversários e churrascos da firma. De acordo com a consultora de imagem Janiny Almeida, calças de brim ou jeans estão liberadas na produção, combinadas com camisas esportivas ou pólo. Se estiver frio, aposte em jaquetas, suéteres ou blazers esportivos feitos de couro ou veludo. Complete o visual com mocassins ou sapatênis.

Passeio (esporte fino, alto esporte)

Um pouco mais formal, é o traje curinga para coquetéis, eventos culturais, inaugurações ou para trabalhar. Se o evento for noturno, o paletó escuro com gravata é uma boa pedida, indica Janiny. Durante o dia, vale optar por blazer e calça mais claros, podendo escolher entre usar ou não gravata. Nos pés, "sapato social ou mocassins em ótimo estado", afirma a consultora.

Passeio Completo (social, escuro)

É o mais comum em convites de casamentos, formaturas, premiações e jantares especiais. Recomenda-se uso de tecidos mais nobres como cetim, crepe, seda e veludo. "O costume (calça e paletó) escuro, camisa social e gravata formam a combinação ideal para esse tipo de ocasião, além de sapato social e cinto", completa Janiny. O terno (calça, paletó e colete) é outra alternativa.


Gala (black-tie, à rigor)

Festas com muito glamour, dignas de tapete vermelho, exigem esses trajes. O uso de smoking é imprescindível, além de sapatos de amarrar pretos, de verniz ou couro liso extremamente lustrado. Cetim na lapela do blazer, faixa na cintura combinando com a gravata borboleta e camisa branca com pregas na frente são alguns dos detalhes que podem ser usados nessa ocasião especial.

Outras variações mais criativas também podem ser encontradas nos convites. Se você não descobrir o que é, a melhor saída ainda é perguntar ao anfitrião para não errar. Veja mais dois exemplos:

Creative Black-tie: um pouco mais de liberdade ao traje de gala tradicional. Os homens não precisam usar smoking completo e as mulheres podem ousar mais.

Summer ou Dinner Jacquet: paletó branco, com gravata borboleta, faixa e calça pretas.

Agora é só se arrumar e ir, boa festa!

Por: Célia Pereira