segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Você sabe quais são os diferentes tipos de filmes pornôs?

O mundo pornô, nem sempre é bem visto, devido a cenas pra lá de picantes e ações pouco comuns....

Mulher em sua maioria gosta da insinuação, já homem gosta de ver de fato, os detalhes...Mas existem várias opções de filmes, alguns mais leves, com história....Veja a matéria abaixo:


Diversos tipos de filme para diferentes tipos de mulheres: descubra qual combina mais com você e divirta-se

'O erotismo é muito importante para criar o clima perfeito para a excitação sexual'
Divulgação
'O erotismo é muito importante para criar o clima perfeito para a excitação sexual'
O mundo do pornô pode parecer pouco acessível a princípio. As milhares de opções disponíveis podem confundir mais do que ajudar e, além disso, é necessário também romper com os próprios preconceitos. 
“Ainda são muitas as mulheres que não se sentem confortáveis em admitir que se interessam por filmes adultos”, explica a psicóloga e sexóloga Carla Cecarello. Segundo a especialista, no entanto, este cenário está mudando. "As mulheres estão mais liberadas sexualmente e buscam alternativas para explorar sua sexualidade. A pornografia é uma delas.” 
Segundo Clayton Nunes, CEO da Brasileirinhas, maior produtora nacional de filmes pornôs, as mulheres formam mercado consumidor extremamente importante. “Hoje, procuramos atrair público de ambos os gêneros. A quantidade de mulheres que acessam nossos sites é enorme”, revela. 
De acordo com Nunes, cerca de 36% dos acessos ao brasileirinhas.com.br é feito por mulheres. O número é ainda maior no A Casa das Brasileirinhas, espécie de reality show picante da produtora. “Percebemos que o público feminino, em geral, gosta bastante desse aspecto voyeur, de conhecer as atrizes, de acompanhar uma história.”
Para Carla, este é um aspecto que envolve tanto as relações sexuais, quanto as principais fantasias femininas. “A mulher não gosta do filme que vai direto ao ponto, do mesmo jeito que não gosta quando o homem não passa pelas preliminares antes de chegar à penetração”, diz. “O erotismo é muito importante para criar o clima perfeito para a excitação sexual”, acrescenta.

Um estilo de pornô para cada tipo de mulher
Animou? Confira, então, um guia para não se perder no universo dos filmes pornôs e explorar essa fantasia sem culpa.
Softporn: Filmes que não mostram cenas de sexo explícito. O erotismo é valorizado em detrimento da realidade. Os órgão sexuais não ficam expostos e nem sempre os atores engajam em uma relação sexual para as filmagens.
Perfeito para os não iniciados, o softporn também apela a pessoas mais sensíveis. "Eu diria que este tipo de filme é para mulheres românticas, que têm grandes expectativas em relação a uma vida a dois completa”, opina Carla Cecarello.
Hardcore: O extremo oposto do soft,  estes filmes são bastante explícitos. É possível ver, muitas vezes em close, o ato sexual sem censura.
Voltado para quem gosta de se sentir bem próximo à cena, o pornô hardcore geralmente agrada a mulheres mais soltas na cama. “É para uma mulher liberta sexualmente, que não se impõe limites”, diz a sexóloga.
Amador: Vídeos feitos por pessoas que não são profissionais. Muitas vezes, esse tipo de vídeo se espalha pela internet sem o consentimento dos participantes. 
Esta categoria é para quem vê um pouco de falsidade no pornô tradicional e tem a fantasia de ver sem ser visto. "É uma fantasia realmente de se excitar vendo a intimidade dos outros”, explica Carla.
Story Porn: Filmes que contam com uma história permeando as cenas de sexo. A ideia é que cada cena faça sentido dentro de um enredo maior.
Este é para quem gosta de se envolver com os personagens, quem quer se deixar levar pela fantasia. “Esta mulher é aquela que faz questão que as coisas tenham um começo, meio e fim”, explica a sexóloga.
Fetiches: Categoria ampla que abrange os mais variados tipos de fantasias sexuais, do mais popular ao mais específico.
“Essa mulher provavelmente já tem um fetiche e quer explorá-lo mais”, comenta Carla Cecarello.
Onde encontrar 
O acesso ao pornô nunca foi tão fácil. Além de serviços pagos, como é o caso do Brasileirinhas, há dezenas de sites que disponibilizam conteúdo grátis. De acordo com ranking do alexa.com, serviço da Amazon que mede a popularidade de diversos sites, os mais populares do mundo são:
1º - xVideos 
2º - xHamster (tem versão em português) 
3º - PornHub (tem versão em português)  
4º - XNXX 
5º - RedTube 
Como eles funcionam
A navegação dos sites é bastante intuitiva. Todos contam com um espaço para busca orgânica, no qual é necessário apenas digitar o termo desejado. Uma série de vídeos relacionados ao que foi buscado aparecerá na tela.
Outra possibilidade é conferir as categorias disponíveis, até encontrar algo de interesse. Os sites reúnem os vídeos mais acessados de forma a facilitar o acesso.
Fonte: Delas.ig. - Por Rafael Bergamaschi


quinta-feira, 23 de julho de 2015

Que tal encontrar alguém especial nos sites de relacionamentos ou bate papo?

As pessoas estão cada vez mais solitárias...
A violência a qualquer momento cada vez mais tira as pessoas da rua...
Andar por ai, paquerar, parece coisa do passado...
Nos bares as pessoas estão sempre em grupo, poucos se atrevem a ir sozinho em uma bar em uma boate...Será que todo mundo tem seu par? Onde estão os solteiros e solteiras desse país?
Onde encontrar alguém especial para flertar, namorar?
Se a violência nos coibe de sair, o alto custo das contas nos bons lugares nos afligem e nem sempre dá para custear, o que fazer?

Uma solução é navegar nos sites de relacionamentos
Inscrever-se em um...Dá um trabalhinho responder as todas as perguntas, postar fotos e aguardar que alguém se interesse...A maioria é um gratuito meia boca, que mais tem limitação do que permissão.
Você também tem o recurso de acessar sites de bate papo.
Tudo bem , também é meio chato, mas se tiver paciência poderá encontrar uma boa conversa.
Engraçado e estranho ao mesmo tempo, os sites de bate papo, cada nick...que pelo nome você já presume a intenção que de bate papo não tem nada.
Já houve um tempo que o site de bate papo era de verdade para conversar e conhecer pessoas, atualmente existem ainda muitas pessoas que entram com essa intenção, mas a maioria está em busca de aventuras sexuais ou sexo virtual.


Portanto se escolheu essa opção para encontrar alguém especial, ai vai umas dicas.
01 - Coloque um Nick interessante que chame a atenção para a sua intenção;
02 - Coloque sua idade;
03 - O nick tem que revelar seu gênero, homem, mulher, homessexual, etc;
04 - Comece sempre com um Bom dia, Boa Noite, Boa tarde, use a simpatia mesmo com os que não merecem;

05 - Sempre marque o reservado, assim ninguém mais vê a sua conversa;
06- Simplesmente bloquei os que não te interessam;
07- Não dê trela para discussão, se alguém te ofendeu, bloquei, quer coisa melhor do que ignorar alguém que te pentelha:
08 - Seja cordial, responda com verdade, não minta, se resolver aprofundar a amizade a mentira será descoberta;
09 - Pergunte sobre a pessoa, onde mora, em que trabalha, o que gosta de fazer para se divertir, estado civil, onde nasceu, idade entre outras coisas, parece meio chato, mas é necessário, afinal como é que vai conhecer sem saber o básico da pessoa?
10 - Prefira passar sempre o skype para as pessoas que te interessaram,vocês terão oportunidade de se conhecer, ver na webcam, o whatsap deixe para depois que se falar no skype e tiver certeza que quer mesmo conhecer aquela pessoa.
11- Não se deixe levar pela descrição;

12- Peça fotos;
13- Peça para ver na webcam;
14- Se não tem webcam, pense duas vezes, pode ser enrolação, pessoas comprometidas costumam
dizer que não tem webcam, que a mesma estragou etc;
15- Se só quer te ver na webcam, cuidado, pode estar te usando para se masturbar ou te enganar;
16- Se a imagem é ruim, mau dá para ver a pessoa, com certeza é emblomação;


17- Se aparece nú ou nua do outro lado sem te perguntar se você quer ver, a intenção de não é de amizade ou algo mais sério, pessoas que postam fotos nuas ou imagens estão buscando aventuras sexuais e nada sério, a escolha é sua;

18- Na madrugada muitas pessoas tem insônia, você saberá a intenção pela conversa;
19- Evite ir para o reservado e ver na webcam no próprio site, pode ter surpresas desagradáveis quem tem boa intenção e quer te conhecer melhor te passará o endereço no skype ou whatsap;
20 - Não tem skype e nem whatsap, só e-mail...Muito estranho, quem te garante que as fotos são mesmo da pessoa?
21- Nunca saia no escuro, sem conhecer melhor, sem ter um telefone celular, fixo e sem ver na webcam e claro marque sempre em lugar público, segurança é importante e se a pessoa não quiser aceitar isso, parta para outra.



Acessar o bate papo é como separar o joio do trigo, requer paciência, há muito homens e mulheres casados  buscando aventuras, assim como tarados de plantão, além dos pentelhos que insistem em querer ter uma mulher mais velha como professora na arte sexual e claro as ninfetas em busca de alguém que as banque...No bate papo há de tudo, lá também se aprende muito...com as novidades sexuais.
Há muitas mulheres e homens de programa, mas esses são mais diretos e já deixam claro que estão ali a trabalho.
Há boas chances de encontrar pessoas legais, de bom caráter e que estão mesmo com a intenção de ampliar o circulo de amizade ou arrumar alguém mais especial.
Para evitar frustrações, desde o início deixe bem claro o seu objetivo, assim irá eliminando as pessoas que não tem o perfil que você procura.


Não pense que é só pé rapado que acessam esses sites, atualmente a solidão afeta todo mundo, você irá encontrar diversos tipos de profissionais, médicos, advogados, engenheiros, servidores públicos, empresários, policiais entre outros, mas não é por isso que são uma candura de anjo, como já disse anteriormente é importante conversar e saber qual a intenção . Se te interessa continue a conversa, senão simplesmente, diga adeus e parta para outra conversa. Não pense que irá transformar a pessoa, se ela entra com a intenção de aventura sexual, não pense que se transformará em namorado(a), Não se iluda, procure outro(a) com essa intenção e claro seja esperto(a) muitos dizem querer namorar, e ai você terá que perguntar o conceito de namorar...pois transar para muitos é namorar...

Homem e mulher que acessam o bate papo são feios, não são valorizados, estão jogados as traças?
Não mesmo, tem muitas pessoas interessantes, bonitas, boa educação e formação. Apesar de haver muito lixo nos sites de bate papos, peneirando poderá encontrar boas pessoas.


Já os sites de relacionamento como falei anteriormente, terá que preencher o seu perfil, seja honesto, coloque fotos recentes, nada de mostrar o que não é, se quer honestidade seja honesto.
Cuidado com os chamados scammers, que são pessoas que se apropriam de fotos alheias e usam, normalmente são de outros países, contam uma história linda, são bem estruturados profissionalmente e sempre dizem ter muito dinheiro, depois de um tempo começam a pedir ajuda, porque perderam documento, porque aconteceu algo com a família etc etc...Cuidado tem uma lábia muito boa e enganam pessoas levando sempre uma boa grana. Isso acontece tanto com homens quanto para mulheres e ah são tão avançados que usam webcam mostrando a imagem, mas se prestar atenção são imagens gravadas e muitas vezes de péssima qualidade, para tirar a prova dos 9, peça para levantar, andar, falar se esta vendo algo que você esta mostrando etc...

Da mesma forma que no bate papo, passe primeiro seu skype.
Sites de relacionamento são uma boa opção, mas é como sair para um bar ou boate, você não vai entrar no carro do estranho só porque ele ou ela é bonito não é mesmo?
Tomando cuidado e tendo paciência é com certeza uma boa opção para encontrar alguém especial ou ampliar seu círculo de amizade.

Célia Pereira



Saia da Rotina, melhore seu relacionamento

Trabalho, escola, problemas, tantas coisas nos fazem cair na rotina e na mesmice, desgastando relacionamentos, criando monotonia e nos distancia da paixão e dos prazeres a dois.
A  vida passa muito rápido, perder tempo para que? Os bons momentos, não surgem como mágica, cabe a você fazer com que aconteçam...  e se você não aproveita o agora, pode ser que depois não tenha mais como aproveitar.
Rotina só para quem não tem imaginação e criatividade.
Que tal dar uma incrementada no seu relacionamento?
Um UP no casamento , no namoro?
E não me venha com a desculpa de que não tem dinheiro e nem tempo...
Que tal fazer os lénçois, o sofá ou qualquer outro lugar pegarem fogo?
Solte sua imaginação, solte a fera que existe dentro de você, a mulher fatal, o macho alfa...Atice o fogo da paixão!
Não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje....Amanhã é outro dia e nem sabe se o viverá.
Portanto o dia de ser feliz, de se dar prazer e de fazer o outro feliz é hoje!
E para ajudar a incrementar esse relacionamento a pegar fogo... Aí vão algumas sugestões:
 Resultado de imagem para casal no escritório namorando
1. Transe sem se preocupar com a celulite e a barriguinha;
2. Experimente um anel peniano desses que vibram muuuuuuito;
3. Transe em uma jaccuzzi;
4. Realize sua fantasia mais bizarra;
5. Faça uma sex tape com seu parceiro;
6. Transe ao som da música Je t´aime Moi Non Plus;
7. Faça sexo depois do filme Drácula, do Coppola;
8. Transe na praia;
9. Transe sem se preocupar em tomar banho depois;
10. Depois do banho, seque o corpo do seu parceiro com as línguas;
11. Transe no banheiro do avião;
12. Peça para seu parceiro lhe contar todos seus desejos e, depois, realize-os;
13. Proponha um menage à trois ao seu parceiro;
14. Amarre-o na cama e abuse de cada centímetro dele;
15. No meio da noite, acorde-o com um surpreendente sexo oral;
16. Durante o sexo, interrompa a penetração e faça com que ele fique apenas dentro de você. Isso a estimulará bastante;
17. Faça-o saber que você não está usando calcinha colocando a mão dele entre suas pernas;
18. Masturbe-o(a) no meio do trânsito;
19. Compre uma lingerie linda e enrole o máximo para tirá-la, provocando-o;
20. Faça sexo na chuva, como Scarlett Johansson e Jonathan Rhys Meyers, em Matchpoint;
21. Faça uma massagem bem sensual nele à base de óleos;
22. Quando ele estiver perto do orgasmo, interrompa a penetração. E faça isso até ele não agüentar mais de tesão;
23. Quando chegar em casa, não diga nada e parta para cima dele;
24. Leve seu parceiro a uma casa de swing;
25. Transe em algum bem inusitado. Um táxi, um parque, no cinema. Use sua criatividade;. 
26.  Faça uma pose bem sensual, estando de vestido no capô do carro....Transe no capô do carro....
27. Que tal uma brincadeira na piscina? Guerrinha de água....beijos molhados, amassos, o corpo escorrega....Ui transe na piscina...Você jamais irão esquecer.
28. Um dia de sol, calor...Uma trilha solitária....Som dos passarinhos e de repente uma cachoeira...Não pense duas vezes tire as roupas pule na água e faça o melhor amor de sua vida...Já imaginou a água batendo no seu corpo geladinha e o calor dos corpos esfuziantes?
29. Sabe aquela escada, quase ninguém usa....Um lugar pra lá de inusitado...Suspiros e gemidos abafados pelos beijos e a adrenalina de serem flagrados.
30. Que tal um cineminha? Cine drive... No conforto do seu carro, no escurinho, vários outros carros por perto, paixão no ar...porque não transar no carro? Em tempos que é preciso ficar alerta para a segurança, essa é uma boa opção para se aventurar e ter muito prazer em um carro.
31. Transe no banheiro quando estiver na festa de algum amigo e sai com a cara mais angelical possível.
32.  Apareça no escritório dele no meio da semana, com uma cinta liga e uma lingerie pra lá de sensual e faça a festa na mesa ...A semana ficará bem mais interessante.
33 . Mande mensagens picantes no meio do dia....Fotos sensuais...Isso vale tanto para homem quanto para mulher e a noite faça acontecer!
34. Sequestre-o(a) no horário de almoço e vá um motel...Tudo bem se for segunda-feira!
35. Na comemoração do aniversário daquele amigo especial ou não...Onde a galera esteja presente...Fuja com seu amor e se tranquem no banheiro....Tudo bem se não der para transar, mas uns amassos bem dados vão fazer toda a diferença.
36. Tá bom não deu certo entrar os dois no banheiro do barzinho...Vá você só e na volta coloque sua calcinha na mão do seu parceiro....e olhe com aquele olhar 43 cheio de malícia e desejo...
37. Tarde preguiçosa de domingo...Sem nada interessante para fazer....Que tal morangos com chantily servidos nos lugares que mais arrepiam?
38. Viagem cansativa para visitar amigos ou parentes...Que tal uma paradinha? Isso mesmo aquele lugar bonito meio deserto....Uma rapidinha vai fazer toda a diferença. Aproveite!
39. Insônia...coisa mais chata...Peça socorro ao seu amor...Já usou o Egg? Não? Você não sabe o que está perdendo e como irá surpreender o seu parceiro, garanto que ele não irá ficar bravo de ser acordado.
40. Que tal ir as compras? Essa conta ele vai adorar pagar e nem vai reclamar...Vá a uma loja de sexy shop e faltar coragem naveguem juntos em um site e comprem seus brinquedinhos, afinal sempre é hora de brincar e ser feliz.
Célia Pereira




quinta-feira, 2 de julho de 2015

Você sabe o que é Cuckold?


Cuckold faz referencia ao “cuco” (cuckoo em inglês), lembra do passarinho que de hora em hora aparece cantando cucoo cucoo ?

O macho na natureza, aceita e abriga em seu ninho uma fêmea promiscua. Assim, uma pessoa Cuckold é aquela que gosta de imaginar, de saber ou de ver, o próprio parceiro, companheiro tendo prazer com outra pessoa(ou pessoas).

Pode ter origem em diferentes interesses passando pleo prazer no ciúme(zelofilia), submissão, humilhação, prazer e medo da traição, voyeurismo.

Casais swingers, nos quais o homem é cuckold, convidam homens a penetrarem a esposa para logo em seguida o companheiro penetrá-la. Esta prática, conhecida como creampie tem se tornado cada dia mais comum, mas é preciso ter cuidado devido as doenças sexualmente transmissíveis.

Resumindo Cuckold nada mais é do que homem que gosta de ser corno no linguajar popular e ver a mulher colacando um bom par de chifres e ainda participar.
Para muitas mulheres um sonho realizado, pois quantas não sonham em transar com dois homens ao mesmo tempo?



Por: Célia Pereira

quarta-feira, 17 de junho de 2015

4 coisas que alguns casais modernos tem esquecido no sexo

Não dá pra negar: o sexo dessa geração é diferente (naturalmente) do sexo da geração dos meus pais, por exemplo – e isso não é necessariamente bom (ou ruim), é só diferente. É daquelas coisas que se transformam e precisam necessariamente nos transformar junto para que nos adaptemos a elas.
Nessa geração, em que tudo é rápido e igualmente efêmero, em que existem aplicativos para encontrar parceiros sexuais, em que dar no primeiro encontro é cada vez mais natural – amém – em que poliamorismo ou poligamia vem se tornando um comportamento cada vez mais latente, é natural e absolutamente justificável que as pessoas sejam mais diretas: um exército de parceiros sexuais curtos e grossos, que abrem mão – muitas vezes – de diversos “rituais de acasalamento” em nome de um prazer final rápido e eficiente.
Mas existem detalhes sexuais que de fato não podem e não devem ser desprezados – para que se tenha uma experiência completa de prazer a dois – e que têm sido esquecidos por alguns tripulantes:
Não dá pra negar: o sexo dessa geração é diferente (naturalmente) do sexo da geração dos meus pais, por exemplo – e isso não é necessariamente bom (ou ruim), é só diferente. É daquelas coisas que se transformam e precisam necessariamente nos transformar junto para que nos adaptemos a elas.
Nessa geração, em que tudo é rápido e igualmente efêmero, em que existem aplicativos para encontrar parceiros sexuais, em que dar no primeiro encontro é cada vez mais natural – amém! – em que poliamorismo ou poligamia vem se tornando um comportamento cada vez mais latente, é natural e absolutamente justificável que as pessoas sejam mais diretas: um exército de parceiros sexuais curtos e grossos, que abrem mão – muitas vezes – de diversos “rituais de acasalamento” em nome de um prazer final rápido e eficiente.
Mas existem detalhes sexuais que de fato não podem e não devem ser desprezados – para que se tenha uma experiência completa de prazer a dois – e que têm sido esquecidos por alguns tripulantes:
1 – Beijo
Se as pessoas soubessem o poder de excitação de um beijo bem dado, não desprezariam esse detalhe tão importante. E não falo daquele beijinho meia-boca – aquele que a gente dá só pra não dizerem que fomos diretos demais –, falo do beijo de verdade.
O beijo que, em vez de pura e simplesmente anteceder um prazer principal, se propõe a ser o próprio prazer; porque, antes de ser ato preparatório para o sexo, o beijo é troca de energia íntima e uma carícia daquelas que – antes mesmo de conhecermos o sexo, lembra? – já nos arrancava arrepios.
2 – Preliminares
Se eu pudesse dar um só conselho a um filho ou filha, esqueceria o protetor solar, a ortografia e as boas maneiras à mesa: “Preliminares, querido (a), se importe com as preliminares!”.
A excitação – aquela genuína, que vai além – é um processo lento que exige um pouco de paciência e algum conhecimento sobre aproveitar o presente e esquecer o porvir: porque toda preliminar pode ser, por si, orgásmica.
3 – Conversa
Pois é, o mundo mudou – e as conquistas mudaram também. As pessoas, na verdade, já não se importam – e não precisam – com a conquista.
Nessa geração, conhecemos alguém tendo ideia de seus gostos, de sua vida e de seu círculo social, porque, antes mesmo de apertarmos sua mão, já conhecíamos seu perfil em alguma rede social.
As conversas ficaram mais curtas porque tudo é sabido, e acaba-se indo mesmo direto ao ponto. Antes de “qual a viagem mais legal que você já fez?” vem o “e aí, vamos no japa hoje à noite?”. A geração dos apressados desaprendeu a trocar palavras num mundo onde tudo é dito sem elas.
A conversa, a meu ver, é um dos ingredientes mais sensacionais e afrodisíacos de que duas presas em potencial dispõem: saber quais as experiências sexuais – e de vida – do outro, como ele vê o prazer e a vida, suas preferências, etc, nos aproxima e nos garante intimidade e aquela fase gostosa de, de fato, conhecer o outro – o que faz uma diferença inacreditável para o prazer propriamente dito.
4 – Sexo oral bem feito (e bem aproveitado)
Esse é um item que dispensa explicações. Quem não gosta de um oral bem feito? Não necessariamente demorado, mas bem feito, por favor. Mesmo assim, o reclame geral da nação são aquelas chupadinhas marotas de dois minutos que não dizem a que veio.
Por um mundo em que sexo oral seja bem aproveitado por quem recebe e – sim! – por quem faz. Em que as pessoas conversem, se conheçam, se beijem, se aproveitem e só então – depois de tantos pequenos e excitantes prazeres – se preocupem com o tal prazer final.
Resultado de imagem para beijos na boca
1 – Beijo
Se as pessoas soubessem o poder de excitação de um beijo bem dado, não desprezariam esse detalhe tão importante. E não falo daquele beijinho meia-boca – aquele que a gente dá só pra não dizerem que fomos diretos demais –, falo do beijo de verdade.
O beijo que, em vez de pura e simplesmente anteceder um prazer principal, se propõe a ser o próprio prazer; porque, antes de ser ato preparatório para o sexo, o beijo é troca de energia íntima e uma carícia daquelas que – antes mesmo de conhecermos o sexo, lembra? – já nos arrancava arrepios.
2 – Preliminares
Se eu pudesse dar um só conselho a um filho ou filha, esqueceria o protetor solar, a ortografia e as boas maneiras à mesa: “Preliminares, querido (a), se importe com as preliminares!”.
A excitação – aquela genuína, que vai além – é um processo lento que exige um pouco de paciência e algum conhecimento sobre aproveitar o presente e esquecer o porvir: porque toda preliminar pode ser, por si, orgásmica.
3 – Conversa
Pois é, o mundo mudou – e as conquistas mudaram também. As pessoas, na verdade, já não se importam – e não precisam – com a conquista.
Nessa geração, conhecemos alguém tendo ideia de seus gostos, de sua vida e de seu círculo social, porque, antes mesmo de apertarmos sua mão, já conhecíamos seu perfil em alguma rede social.
As conversas ficaram mais curtas porque tudo é sabido, e acaba-se indo mesmo direto ao ponto. Antes de “qual a viagem mais legal que você já fez?” vem o “e aí, vamos no japa hoje à noite?”. A geração dos apressados desaprendeu a trocar palavras num mundo onde tudo é dito sem elas.
A conversa, a meu ver, é um dos ingredientes mais sensacionais e afrodisíacos de que duas presas em potencial dispõem: saber quais as experiências sexuais – e de vida – do outro, como ele vê o prazer e a vida, suas preferências, etc, nos aproxima e nos garante intimidade e aquela fase gostosa de, de fato, conhecer o outro – o que faz uma diferença inacreditável para o prazer propriamente dito.
4 – Sexo oral bem feito (e bem aproveitado)
Esse é um item que dispensa explicações. Quem não gosta de um oral bem feito? Não necessariamente demorado, mas bem feito, por favor. Mesmo assim, o reclame geral da nação são aquelas chupadinhas marotas de dois minutos que não dizem a que veio.
Por um mundo em que sexo oral seja bem aproveitado por quem recebe e – sim! – por quem faz. Em que as pessoas conversem, se conheçam, se beijem, se aproveitem e só então – depois de tantos pequenos e excitantes prazeres – se preocupem com o tal prazer final.

Fonte: www.entendendooshomens.com.br

BSDM - Lembra de 50 Tons de Cinza?

O Filme 50 Tons e Cinza, atiçou a curiosidade de muitas pessoas, mas essa prática existe há dezenas e porque não dizer centenas de anos. Para alguns assustam, em alguns casos machucam, mas o simples fato de prender uma pessoa com algemas de pelúcia ou um simples lenço vedando os olhos faz parte do BSDM.
Você talvez não saiba o que BDSM significa, mas provavelmente já deve ter ouvido falar sobre sadomasoquismo. BDSM, na verdade, é uma sigla que representa várias práticas e expressões eróticas: Bondage e Disciplina (B/D), Dominação e submissão (D/s) e Sadismo e Masoquismo (S/M). Aliás, o BDSM agrega toda uma subcultura, incluindo não apenas o ato fazer sexo algemado ou dar e levar tapas, mas também roupas, costumes e dinâmicas de relacionamento, mesmo que não se encaixem estritamente nas categorias da sigla.

Sabe aquele sexo comum, que geralmente chamamos de “papai-e-mamãe”? Em um contexto BDSM, a todo tipo de prática ou expressão que não é de alguma forma diversa, damos o nome de “baunilha”. É claro, o que é considerado não convencional depende do lugar e da época. Isso quer dizer que o BDSM inclui não apenas aquela imagem estereotípica de pessoas com chicotes e roupas esquisitas, mas abrange uma enorme diversidade de expressões sexuais fetichistas.
A subcultura do BDSM é extremamente plural e todos os tipos de fantasias, práticas e expressões são permitidas. Por mais obscuras ou específicas que possam ser as suas fantasias – como, digamos, a atração sexual por melancias – tenha a certeza de que há outras pessoas que compartilham do seu fetiche. Os coletivos BDSM são espaços onde você pode se sentir livre para viver a sua sexualidade sem medo de represálias.
Bondage e disciplina? Sadismo e masoquismo?
Esses são alguns dos elementos que compõem o BDSM:
Bondage é a arte de amarrar pessoas, seja pela estética, pela restrição ou pelo prazer erótico. Existem muitas técnicas para muitos fins diferentes e pode ser feito tanto com cordas quanto algemas, correntes ou grilhões. Há pessoas que sentem tanto prazer em estar amarradas que praticam bondage em si mesmas!
Disciplina diz respeito à técnica de disciplinar ou ser disciplinado por uma pessoa para os mais diversos fins. Embora seja consentida, a disciplina geralmente vai além de uma simples relação de dominação porque, para reforçar as mudanças de comportamento desejadas, é preciso manipular a pessoa a ser treinada e fazê-la ultrapassar os próprios limites. Embora o reforço seja muitas vezes feito com tapas ou espancamentos, também pode ser feito impedindo a pessoa de, por exemplo, comer o prato favorito ou assistir televisão.
Dominação e submissão é uma dinâmica de relacionamento onde uma pessoa se submete a outra, que toma o controle da situação. É o caso de alguém que permite que outra pessoa o amarre, humilhe, espanque e mande fazer coisas, por objetivos que podem ser ou não ser sexuais. Há gente que gosta de uma dominação estritamente financeira, outras pessoas gostam que o dominador controle a rotina, as roupas, a dieta.
Sadismo é quando uma pessoa sente prazer em provocar dor a outra pessoa. Fora do BDSM, sádico é o adjetivo que normalmente damos a pessoas que consideramos muito cruéis, como estupradores ou serial killers. No BDSM, podemos usar a palavra sadista, para destacar pessoas que gostam de um tipo de sexo seguro e consentido onde podem causar dor em seus parceiros.
Masoquismo é o oposto de sadismo e é quando alguém gosta de receber dor. A palavra também tem conotações diferentes fora do BDSM, geralmente sendo usada para descrever pessoas deprimidas, que gostam de se expor a situações ruins e depois contam as mágoas da vida. No BDSM, masoquista é só uma pessoa que sente prazer em sentir dor, prazer esse que não é necessariamente erótico.

HISTÓRIA DO BDSM
Os termos sadismo e masoquismo têm influência histórica e são “homenagens” aos escritores Marquês de Sade e Leopold von Sacher-Masoch. O primeiro foi um filósofo francês que passou grande parte da vida preso e isolado devido às suas obras eróticas, que contavam histórias de mulheres torturadas por prazer. Já Leopold Masoch era um jornalista austríaco, cuja obra mais famosa fala de um personagem que atinge o orgasmo ao ser espancado e humilhado pelo amante da esposa.
No entanto, nem Sade nem Masoch são os precursores do BDSM. Não há um consenso sobre a origem exata das práticas BDSM, mas se sabe que práticas semelhantes já existiam há muitos séculos. Desde a Grécia Antiga até o Kama Sutra há referências de sadomasoquismo e dominação e submissão eróticas.
Mas muitas das práticas retratadas em registros históricos não são aceitas no BDSM atual, que se baseia acima de tudo na segurança e no consentimento. Essa questão é muito importante: embora possamos nos inspirar nos mesmos instrumentos usados na tortura medieval, por exemplo, para as práticas atuais, é importante lembrar todos os tipos de torturas cruéis, perigosas e feitas à força – ou seja, sem consentimento -, não podem ser chamadas de BDSM.

ALGUMAS FANTASIAS E PRÁTICAS COMUNS
O BDSM é extremamente diverso e é absolutamente impossível conhecer em apenas um texto todas as possibilidades de práticas e fantasias que existem. Não se sinta sozinho no mundo se não encontrar a sua fantasia listada aqui: há muita gente que compartilha dos mesmos fetiches que você, não importa o quanto você os ache estranhos.
Pet Play é quando o submisso se comporta como um bicho de estimação do dominador. Geralmente o animal é um gato ou um cachorro e as brincadeiras incluem o uso de utensílios como pratinhos, coleiras ou brinquedos.
Pony Play é uma forma mais específica de Pet Play onde o submisso assume o papel de um cavalo ou pônei. O dominador pode montar no submisso e usar celas, rédeas e chicotes. Alguns grupos realizam corridas de pôneis humanos.
Age Play é quando o submisso interpreta uma criança ou um bebê. Na comunidade dos “adult babies” (bebês adultos), é comum que o submisso seja depilado e forçado a utilizar fraldas, para provocar a sensação de humilhação e vulnerabilidade de um bebê de verdade. A premissa das brincadeiras é que a criança se comportou mal e precisa ser punida.
O fetiche por roupas geralmente acontece com roupas de látex ou de couro. Além de muitas pessoas sentirem prazer simplesmente pelo fato de estarem vestidas dessa forma, essas roupas são um dos aspectos mais fortes da subcultura BDSM e são exigidas como regras de vestimenta em algumas festas.
Castidade é quando o dominador priva o submisso de qualquer contato erótico ou sexual. Pode ser feito com o uso de cintos tanto para mulheres quanto para homens, que impedem o contato do genital com qualquer coisa, ou pode ser somente exigido do submisso sem nenhuma restrição física impeditiva. A castidade pode durar algumas horas ou vários meses.
Ordenhar a próstata diz respeito à prática de estimular a próstata sem encostar no pênis, para provocar a expulsão de esperma sem proporcionar um orgasmo. Praticantes de castidade a longo termo geralmente fazem isso para evitar que o esperma se acumule por muito tempo no organismo, algo que alguns médicos relacionam ao câncer de próstata.
Cock and Ball Torture (tortura do pênis e escroto), geralmente abreviado para CBT, são uma série de práticas para causar dor ou desconforto intenso no pênis. Podem ser usados chicotes, prendedores, géis que ardem…
Urethral Play geralmente está associado à penetração com sondas uretrais, algo que pode causar uma dor intensa, mas também pode proporcionar muito prazer.
Chuva dourada é o ato de urinar em cima de um submisso. Pode proporcionar prazer tanto para quem mija quanto para quem é mijado.
Face-sitting é quando odominador ou dominadora senta no rosto do submisso para obrigá-lo a estimular o genital ou ânus oralmente.
Medical Play é a simulação de uma situação médica onde o submisso assume o papel do paciente e fica vulnerável aos exames intrusivos do dominador. Geralmente são usados muitos equipamentos, como sondas ou estimuladores elétricos.
Supremacia feminina é uma subcultura onde os praticantes acreditam que as mulheres são líderes naturais dos homens.
Female-led relationships (relacionamentos com liderança feminina), geralmente abreviados para FLR, diz respeito a uma relação onde a mulher comanda em todos os aspectos da casa. Nesse caso, o domínio não é somente erótico mas se dá também por meio dos aspectos financeiros, por exemplo.
Submissão financeira é quando uma pessoa sente prazer em trabalhar para bancar outra financeiramente. Geralmente os submissos são homens que se sentem humilhados por serem “incapazes” de agradar a dominadora sexualmente, e portanto renegados a uma posição de submissos financeiros.
Não-consensualidade consensual é quando um submisso aceita que o dominador ultrapasse os seus limites preestabelecidos. Basicamente, o submisso consente que o dominador explore a sua sexualidade independente de seu conforto e entusiasmo iniciais.
Edgeplay são brincadeiras consideradas mais pesadas e que beiram o perigo. Geralmente essas práticas saem do controle do dominador e exigem extremo cuidado e conhecimento dos participantes. Por exemplo, brincadeiras com eletricidade, lâminas, fogo ou substâncias químicas são formas de edgeplay.

SEJA LIVRE PARA VIVER SUAS FANTASIAS
Gosta da ideia de ser amarrado, mas não quer sentir dor? Não tem problema. No BDSM não há papéis rígidos e todo mundo pode fazer o que quiser. Você pode dominar sem necessariamente disciplinar; pode sentir dor sem ser humilhado; pode até mesmo ser amarrado, humilhado e sentir dor sem absolutamente nenhum objetivo sexual. Você pratica com quantas pessoas quiser, onde quiser e do modo que bem entender.
Aliás, o BDSM não tem nenhuma definição exata e, como subcultura, abrange muitas práticas e fetiches que não se encaixam perfeitamente na sigla. É o caso de podólatras ou amantes de roupas de couro, por exemplo.
Também não importa qual é o seu sexo, cor, classe social ou credo. Todos podem ser o que bem quiserem, variar de papel e mesclar elementos de quantos fetiches desejarem. As suas preferências são o limite.
Existem, claro, subculturas dentro do BDSM que praticam fetiches que especificam pessoas. Por exemplo, há grupos que exaltam a submissão feminina aos homens, outros sentem-se mais à vontade com a supremacia feminina. Há fetiches por pessoas de diferentes características físicas, com certos tipos de roupas, comportamentos ou maneirismos. Mas nenhuma fantasia predomina sobre todas as outras. O BDSM, como um todo, engloba absolutamente tudo o que você conseguir imaginar, basta encontrar pessoas que pensam de forma parecida com a sua.
No BDSM, as pessoas são muito mais do que apenas masoquistas, dominadoras ou submissas. Quem decide o que, como, quando, com quem e com qual intensidade o BDSM deve estar presente na sua vida é você mesmo.

FETICHE NÃO É COISA DE GENTE DOIDA
Esqueça essa história de que BDSM é coisa de gente “doente” e “tarada”, que só pensa em sexo 24 horas por dia e que sai pelas ruas com roupas de látex. A maioria dos praticantes de BDSM são pessoas perfeitamente “normais”, que estudam, trabalham, namoram e são muitas vezes casadas. Muitos médicos, professores, advogados e empresários bem sucedidos vivem uma verdadeira vida dupla e praticam o BDSM sem que os amigos ou a família sequer desconfiem. Se você espera encontrar pessoas “loucas”, babando e com camisa-de-força, vai quebrar a cara.
A grande verdade é que quase todas as pessoas usam pelo menos alguns elementos BDSM em suas vidas sexuais. Você já deu ou já levou tapas na bunda ou puxões de cabelo? Chamar de “vadia” ou “cachorro”, vendar e amarrar os braços na cama, morder, arranhar as costas e beliscar os mamilos são só alguns exemplos de práticas BDSM que são feitas rotineiramente, apenas com menor intensidade.
A fixação sexual por certos objetos ou partes do corpo também faz parte da sexualidade de muita gente que se considera baunilha. Você considera normal se atrair por bundas ou seios, ou até mesmo por barbas ou roupas coladas? Então não há nada o que temer: fetichismo não passa disso, só que com objetos ou partes do corpo menos sexualizadas pela sociedade.
A medida que você for desbravando o mundo dos fetiches e fantasias, vai ver que muito da forma como você faz sexo, mesmo do modo mais baunilha possível, ainda conta com a presença de elementos de dominação, submissão ou fetichismo.

O BDSM NÃO É INTRINSECAMENTE MACHISTA
Há quem não goste do BDSM por acreditar que a subcultura é machista. Mas dizer que o BDSM é preconceituoso seria como dizer que, por exemplo, esporte ou música são preconceituosos. Não há nada que torne o BDSM intrinsecamente machista, pois há espaço para todas as fantasias, desde as mais certinhas até as mais escandalosas. Quem torna uma certa esfera do BDSM classista, sexista ou racista são os próprios praticantes. Assim como qualquer relacionamento em nossa sociedade, os relacionamentos pautados no BDSM também estão sujeitos à bagagem cultural e pessoal dos seres humanos.
Essa história que veio com o livro “50 Tons de Cinza” de que as mulheres estão todas louquinhas para encontrar um macho dominador não passa de pura besteira. Além das milhares de mulheres que são dominadoras, há uma infinidade de gays e lésbicas curtindo os seus fetiches.
Um dos argumentos usados por algumas pessoas é que, mesmo quando as mulheres assumem o comando, elas estão realmente tentando agradar os homens. E embora existam, de fato, muitos homens que tentam convencer suas parceiras a dominá-los, são incontáveis as mulheres que não querem nem saber o nome do cara que estão dominando.
Esqueça aquela imagem de uma moça jovem e bonita com roupa fetichista fazendo poses sensuais para atiçar o namorado. As pessoas de carne e osso, da realidade, são muito diferentes. Muitas senhoras de mais de 60 anos acreditam na supremacia feminina e disciplinam os seus maridos com roupa velha enquanto lideram suas casas.
Mas isso também não significa que o BDSM seja feminista ou subversivo. Há, sim, coletivos especialmente preconceituosos. Não espere que a galera com fetiche por pessoas gordas seja especialmente sensível com as causas contra a gordofobia. E algumas pessoas não têm muita noção de que suas fantasias são somente sexuais e realmente acreditam que isso se aplica pra todas as esferas de convívio social; o pessoal que segue o Gor, por exemplo, acha que a sociedade seria melhor se todas as mulheres fossem escravas sexuais.
No geral, as pessoas entendem que suas fantasias sexuais são só fantasias e não esperam o resto da sociedade siga as suas preferências pessoais. Esse é, aliás, um dos pontos chave para entender que a submissão feminina no BDSM não reforça valores machistas: uma mulher submissa no BDSM está fazendo uma escolha autônoma com relação a sua própria vida sexual de sair do sexo “comum” para o sexo “inconvencional”, diferente de algumas pessoas que, apesar de baunilhas, acreditam que a submissão é o padrão para todas as mulheres.
O ponto é que, pro bem ou pro mal, no BDSM há espaço para todo mundo. Se você evita se relacionar com pessoas intolerantes na faculdade ou no trabalho, é só seguir o mesmo esquema e evitar pessoas intolerantes no BDSM.

“MAS POR QUE ALGUÉM IA QUERER APANHAR?”
Algumas pessoas gostam de dor simplesmente porque sentem prazer em uma sensação mais intensa na pele. Outras gostam de superar os próprios limites. Tem gente que gosta do fator psicológico, de se sentir humilhado ou subjugado por meio de torturas físicas. A verdade é que as causas dos seus fetiches são quase sempre irrelevantes: o que importa mesmo é como você se relaciona com eles.
Além disso, quando o corpo humano é exposto a muita dor, ele libera endorfinas, algo que pode causar um verdadeiro rush de prazer em alguns submissos.
Muita gente acaba descobrindo por acidente que gosta quando a mordida é mais forte ou o tapa mais doloroso. É assim que milhares de pessoas acabam descobrindo que curtem o BDSM.
 
COMO EVITAR ACIDENTES
Para praticar o BDSM é preciso ter muita responsabilidade e conhecimento, especialmente se você vai manejar brinquedos como chicotes, cordas ou velas. Cada objeto requer medidas de segurança específicas e não são todas as partes do corpo humano que podem ser atingidas. A irresponsabilidade pode custar muito caro, pois podem acontecer acidentes graves com efeitos irreversíveis. Só tope uma sessão com quem entende do assunto e te passa confiança.
Embora algumas pessoas adotem práticas realmente perigosas em suas vidas sexuais, algumas medidas de segurança são mais ou menos aceitas ao redor de toda a comunidade. É o caso da safeword: uma palavra de segurança, algo sem nenhuma relação com sexo e que não seria usado normalmente na situação, para comunicar o parceiro que precisa parar. Geralmente é o submisso quem fica encarregado de usar a palavra de segurança caso precise parar a sessão, mas algumas vezes, é o dominador quem precisa estar atento, pois quando o submisso está vendado ou amarrado, pode acabar não percebendo algum detalhe importante. Em casos onde o submisso vai estar amordaçado, pode ser combinado também um gesto de segurança.
Um dos slogans mais famosos do BDSM é a tríade SSC: são, seguro e consensual. Quer dizer que só são aceitáveis práticas sãs, que não apresentam riscos permanentes à integridade física dos participantes e com o consentimento de todos os envolvidos. Isso significa que é aceitável dar palmadas em uma pessoa, desde que ela esteja de acordo, mas não é aceitável estrangulá-la, uma vez que isso pode ocasionar em morte.
Mais recentemente, muitas pessoas vêm adotando o RACK no lugar do SSC: Risk-aware Consensual Kink, algo como “fantasia consensual e consciente dos riscos”. Muitas dessas pessoas acreditam que o SSC é incerto, pois é muito difícil estabelecer os limites que separam os atos sãos e seguros das práticas perigosas. Até mesmo um simples tapa tem alguns riscos e cabe aos participantes estarem perfeitamente conscientes e bem informados antes de aderirem à prática. Sem conhecimento dos riscos, não há possibilidade de consentimento.
De uma forma ou de outra, o consentimento é o pilar que sustenta o BDSM e que o separa de situações de abuso. Cabe aos praticantes compreenderem que nem todas as suas fantasias podem ser realizadas. Os participantes precisam treinar com muita cautela e aprender sobre o manuseio de equipamentos e seus efeitos no corpo humano antes de partir para a prática.

BDSM VICIA?
Existe um mito de que todo mundo que começa a praticar o BDSM, nunca mais consegue fazer sexo baunilha. Mas isso não é verdade. O motivo por que tantas pessoas começam com brincadeiras mais leves e tendem a ir aumentando de intensidade não é simplesmente porque vicia: na maioria das vezes, é porque a sociedade reprime tanto as formas diversas de se fazer sexo, que a maioria das pessoas não faz ideia de tudo o que o BDSM oferece e só passa a conhecer – e consequentemente, a ter vontade de experimentar – depois que já começou com práticas mais leves.
Ninguém é obrigado a praticar o BDSM toda vez que faz sexo. Muita gente pratica o BDSM só esporadicamente e continua tendo relações baunilha na maioria das vezes. Outros incorporam alguns elementos fetichistas em suas vidas sexuais, mas mantêm uma vida perfeitamente comum em todas as esferas. Algumas pessoas separam completamente seus desejos BDSM do relacionamento afetivo e fazem sessões com outras pessoas em horário e local marcados, sem envolver o parceiro. Há até mesmo gente que mantém relacionamentos de dominação e submissão pela internet, sem que jamais se encontrem pessoalmente. São infinitas as alternativas para quem quer experimentar o BDSM sem mudar radicalmente sua vida sexual.

DÁ PRA MANTER UMA VIDA NORMAL PRATICANDO BDSM?
Há muito preconceito e ignorância na sociedade com relação às práticas BDSM. Uma pessoa que tenha sua vida sexual revelada pode ter a sua imagem pessoal extremamente prejudicada e acaba sofrendo grande represália, muitas vezes, podendo até mesmo perder o emprego por “justa causa”. Por conta disso, a maioria esmagadora dos praticantes prefere esconder os seus desejos, frequentemente adotando “apelidos fetichistas” sem sequer revelar o nome verdadeiro. É, aliás, uma questão de ética entre os praticantes jamais prejudicar a privacidade dos colegas – e também jamais julgar os fetiches dos outros, mesmo que eles não te agradem. Afinal, quem sabe o que é ter os próprios desejos debochados por incompreensão da sociedade, deve fazer o máximo para evitar replicar esse comportamento. Os coletivos que realizam festas e eventos BDSM costumam ser muito rigorosos na proteção da privacidade dos seus participantes e quase sempre proíbem a entrada de câmeras, e até fazem entrevistas algumas semanas antes para prevenir a entrada de pessoas desconhecidas.
São poucas as pessoas que adotam um estilo de vida abertamente BDSM. Quem faz, geralmente são os praticantes 24/7, que vivem uma relação de dominação e submissão em tempo integral. Nesses casos, a enorme quantidade de rituais – como, por exemplo, o ato do submisso de sempre dizer “sim, senhor” ou “sim, senhora” – acaba tornando a tarefa de esconder o status da relação muito difícil.

QUEM PRATICA O BDSM EM PERÍODO INTEGRAL NÃO CANSA? 
Quem entra em um relacionamento 24/7 assim o faz por espontânea vontade. Os participantes conversam e entram em acordo sobre todos os aspectos desse relacionamento: são estabelecidos regras e limites, as práticas que podem ser feitas e as que não podem e em que exatamente a pessoa dominadora controlará a vida da submissa. Às vezes é uma questão apenas sexual e pode haver controle de orgasmos ou masturbação, por exemplo. Outras pessoas adotam o controle de roupas, dinheiro ou até da alimentação. Tudo depende de quanto o submisso está disposto a submeter e de quanto tempo e disponibilidade o dominador tem para dominar, além do prazer de ambos.
O arranjo dessas relações, na verdade, não é muito diferente aquele feito em um relacionamento tradicional. Quando duas pessoas se casam, elas também precisam combinar quem toma conta de casa, quem faz as compras e quem cuida dos filhos, por exemplo. A diferença nesse caso está no fato de que os integrantes assumem a posição de dominador ou submisso. É comum que as partes elaborem um contrato simbólico, especificando os deveres, limites e funções de cada um.
A qualquer momento alguma das partes pode decidir que não quer mais viver o relacionamento e seguir sua vida, pois não há nada que o aprisione essencialmente. Apesar de não ter a mesma formalidade, o término de uma relação BDSM pode ser tão difícil quanto o término de um casamento e retirar a coleira é um ato tão significativo quanto a devolução de uma aliança.
Esqueça a idéia de que tudo é sobre sexo. Os praticantes de BDSM podem se apaixonar, amar e demonstrar afeto como todo mundo. Ninguém age o tempo inteiro como um carrasco ou escravo. Há momentos de lazer e carinho e quem vive em um relacionamento de dominação e submissão ainda faz coisas como sair para jantar ou ir ao cinema. A única cartilha do BDSM é a do consentimento e segurança; todas as outras regras são criadas por você.
Fonte:Lugar de Mulher.com.br