domingo, 6 de novembro de 2011

Disfunção sexual? A terapia de choque pode consertar


Não consegue manter uma ereção? Talvez tudo que você precise é um de choque de ondas sonoras no seu pênis.
Segundo um novo estudo, a “terapia de ondas de choque extracorpóreas” pode ajudar homens com disfunção erétil grave que não respondem bem a tratamentos com drogas.
Na pesquisa, a terapia aprimorou significativamente a função sexual dos pacientes, que continuaram a ver melhorias mesmo dois meses após o tratamento acabar. Quase 30% deles alcançaram função sexual normal e já não precisam mais de medicamentos.
Ondas de choque extracorpóreas têm sido usadas para quebrar pedras nos rins, mas as ondas sonoras utilizadas no estudo para tratar a disfunção erétil (DE) eram muito menos intensas. Nenhum homem relatou eventos adversos ou dor durante o tratamento.
Ondas sonoras de baixa intensidade melhoraram o fluxo sanguíneo para o coração, induzindo o crescimento dos vasos sanguíneos. Os pesquisadores especulam que as ondas também podem melhorar o fluxo sanguíneo para o pênis.
Um estudo anterior mostrou que a terapia com choques extracorpóreos beneficiava homens com leve a moderada DE. O novo estudo incluiu pacientes com DE mais grave, cuja condição não melhorou depois de tomar drogas.
A idade média dos homens no estudo foi de 61 anos. Os participantes foram submetidos a 12 tratamentos de choque ao longo de nove semanas. Um mês após o último tratamento, os participantes começaram a tomar drogas para DE.
Os participantes preencheram um questionário para avaliar sua função sexual. A pontuação variava de 6 a 30, com pontuação inferior a 10 indicando DE grave, e 26 a 30 indicando função erétil normal.
A pontuação média no início do estudo foi de 8,8. Dois meses após o tratamento, a média aumentou 10 pontos. Segundo os pesquisadores, para muitos homens, isto significa a diferença entre ser capaz e ser incapaz de alcançar a penetração vaginal.
Oito homens atingiram função sexual normal. Em média, os homens começaram a ver alguma diferença três semanas após o tratamento.
No entanto, o estudo foi pequeno, envolvendo apenas 29 homens, e os resultados podem ter sido devido a um efeito placebo. Os cientistas dizem que é necessário mais pesquisas para validar os resultados.
Outros especialistas, como o urologista Andrew Kramer, não creem na terapia. Ele afirma que os resultados são um pouco contra intuitivos, considerando que as ondas sonoras usadas em tratamentos de pedra nos rins são projetadas para ser destrutivas. “É como dizer: pegue o seu pênis e bata nele com um martelo várias vezes”, disse Kramer.
Mesmo se os benefícios da terapia por ondas de choque forem confirmados por pesquisas futuras, ela pode nunca ser chegar a ser popular, porque, no mínimo, requer uma máquina especial.
Os pesquisadores reconhecem que o trabalho é preliminar, mas, dados seus resultados, eles disseram que esperam que as pessoas e outros especialistas do campo mantenham a mente aberta sobre a terapia.[LiveScience]
Fonte: HypeScience

Mulheres podem ser viciadas em sexo?


De acordo com o que a mídia nos diz, o vício sexual é um problema estritamente masculino – ou pelo menos isso é tudo o que ouvimos. Homens traindo suas esposas, homens saindo com prostitutas, homens indo a clubes de strip, de massagem e, claro, homens acessando conteúdo sexual online.
Isso significa que não existem mulheres viciadas em sexo? Se há mulheres lá fora tendo as mesmas práticas sexuais, onde elas estão e por que não ouvimos falar sobre elas?
Os meios de comunicação dão exemplos intermináveis de maridos que traem suas famosas esposas, muitas vezes resultando em humilhação pública para ambos. Mas e quanto às mulheres que ‘agem por fora’ com sexo e romance? Embora saibamos que as mulheres possam esconder práticas relacionadas à comida, drogas, álcool, jogos ou gastos, a verdade é que há pouca, ou nenhuma, pesquisa sobre sexo feminino e dependência de relacionamento.
O que sabemos hoje é que das pessoas que procuram tratamento para dependência sexual, aproximadamente 8 a 12% são mulheres (que curiosamente é o mesmo número de homens que se tratam para distúrbios alimentícios), mas é provável que muitas mais lutem sozinhas contra distúrbios compulsivos sexuais e de relacionamento. É menos fácil para uma mulher procurar ajuda para seu problema de comportamento sexual por uma variedade de razões – a maioria relacionada com a vergonha.
O problema, em grande parte, é a nossa referência cultural. Os homens que têm vários contatos sexuais são machões, são sinônimos de virilidade. Já as mulheres que possuem exatamente o mesmo tipo de atividade são sem vergonhas, ou ninfetas.
Este tipo de rótulo faz com que aquelas mulheres que tem problemas de comportamento sexual ou românticos sejam mais sujeitas à vergonha e ao preconceito – e, portanto, menos propensas a pedir ajuda.
Mesmo a mulher cujo comportamento lhe causa problemas profundos (na saúde, família, relacionamento, carreira, etc) não se identifica como tendo um problema sexual. Elas normalmente usam termos como: “problemas de relacionamento” ou “escolha de parceiros errados”. Isso porque as mulheres veem e experimentam a sexualidade de forma mais relacional do que os homens. E mesmo quando elas estão fazendo sexo da mesma maneira e com a mesma frequência de um viciado em sexo, não se identificam como tendo esse problema.
A causa primária da dependência sexual masculina é principalmente baseada na negligência emocional, incesto parental ou déficits de apego. As mulheres viciadas em sexo relatam um incidência muito maior de abuso na infância, negligência física e traumas muitas vezes sexuais, o que leva à dependência e problemas de intimidade na vida adulta.
Algumas dessas mulheres, inconscientemente, convivem com esses traumas tornando-se profissionais do sexo (prostitutas, strippers, mundo da pornografia, massagistas sensuais, etc), tentando criar uma sensação de “controle”. Como sua vida adulta é baseada em trocar sexo por dinheiro, por sentimentos de controle e pelo poder que o comportamento sexual lhes oferece, estas mulheres têm pouco acesso a apoio externo ou modelos para autoexame.
Nem todas as mulheres que são viciadas em sexo e relacionamento são prostitutas. Muitas são donas de casa, mulheres solteiras e até mesmo adolescentes, que utilizam o sexo e a intensidade romântica como um meio de autoestabilidade e conforto, apesar dos vários riscos associados à dependência de relações sexuais. E nisso o vício delas é muito parecido com o dos homens.
Hoje, existem alguns recursos preciosos para as mulheres viciadas em sexo como livros ou programas de recuperação que incentivam a participação do sexo feminino, oferecendo reuniões separadas pelo gênero.
O passo mais importante que essas mulheres podem tomar para se recuperar é contar abertamente e honestamente com mulheres adultas e saudáveis, não para o sexo – mas para a amizade, distração e apoio mútuo. Partilhar o passado sexual em detalhes com outras mulheres ajuda a reduzir a vergonha. Além disso, ter uma ligação não sexual com as mulheres ajuda a aliviar a necessidade de usar os homens sexualmente como calmantes.
Abaixo segue uma lista abreviada de 20 perguntas “chaves” que podem ajudar uma mulher a descobrir se ela tem esse tipo de problema. Se você responder sim a alguma delas, procure um especialista para conversar sobre o assunto.
Eu sou um viciada em sexo e amor?
  1. Você sente que sua vida está se tornando ou está ingovernável por causa do seu comportamento sexual e/ou romântico, ou por causa da sua dependência excessiva?
  2. Você se acha incapaz de parar de sair com uma pessoa específica, mesmo sabendo que essa pessoa é destrutiva para você?
  3. Você sente que você não quer que ninguém saiba sobre suas atividades sexuais ou amorosas? Você sente que precisa esconder essas atividades dos outros – amigos, família, colegas de trabalho, conselheiros, etc?
  4. Você se sente animada quando faz sexo ou quando tem uma relação amorosa e depois desaba quando essa atividade ou experiência acaba?
  5. Você faz sexo em momentos inapropriados, em locais inapropriados e/ou com pessoas inapropriadas?
  6. Você faz promessas ou cria regras a si mesmo a respeito de seu comportamento sexual ou romântico que você acredita que não pode seguir?
  7. Você já fez ou faz sexo com alguém que você não quer (ou não queria) fazer?
  8. Alguma vez você pensou que poderia haver mais coisas para fazer da sua vida se você não fosse tão impulsionada pela busca sexual e romântica?
  9. Você se sente arrebatado pela necessidade de um amante, de sexo ou de um futuro companheiro?
  10. Você faz sexo independentemente das consequências (por exemplo, a ameaça de ser flagrado, o risco de contrair herpes, gonorréia, AIDS, etc)?
  11. Você acha que você tem um padrão de repetir relacionamentos ruins?
  12. Você se sente como um fantoche inanimado se não houver alguém com quem você possa flertar? Você sente que você não está “realmente viva” a menos que esteja com o seu parceiro amoroso/sexual?
  13. Você já ameaçou sua estabilidade financeira, sua carreira ou sua posição na comunidade na busca de um parceiro sexual?
  14. Você já teve um relacionamento sério ameaçado ou destruído por causa de atividade sexual fora da relação?
  15. Você sente que a vida não teria sentido sem um relacionamento amoroso ou sem sexo? Você sente que você não teria nenhuma identidade se não fosse amante de alguém?
  16. Você se pega flertando com alguém, mesmo não sendo sua intenção?
  17. O seu comportamento sexual e/ou romântico afeta sua reputação?
  18. Você se sente desconfortável com sua masturbação por causa da frequência com que você se masturba, das fantasias relacionadas, dos acessórios que você usa e/ou dos lugares em que você faz isso?
  19. Você é incapaz de se concentrar em outras áreas de sua vida por causa de pensamentos ou sentimentos que você está tendo sobre outra pessoa ou sobre sexo?
  20. Você se sente obsessivo com determinada pessoa ou com ato sexual, mesmo que esse pensamento lhe cause dor, ansiedade ou desconforto? [LiveScience]
  21. Fonte: HypeSciense

5 maneiras de saber quando é hora de se casar


Dias, meses, anos de namoro, todo mundo perguntando quando será o casamento. E quando de fato vai chegando a hora, as pergunta mais frequente é: como posso saber com certeza que essa é a pessoa escolhida?
Bem, se você quiser evitar as grandes dores de cabeça e arrependimentos, é preciso ter sempre em mente 5 coisinhas…
5 – VOCÊS NÃO TEM QUE IMPRESSIONAR UM AO OUTRO
Se você tentar domesticar 49 gatos vadios e todos eles fincarem suas garras em seu antebraço, você vai supor que o 50° também vai. Mesmo que ele ronrone e se esfregue em seus tornozelos, você enterra suas mãos em seus bolsos, se protegendo.
Desde que a maioria de nós passou a não encontrar o “verdadeiro amor” na primeira experiência, estamos amaldiçoados a suportar tentativa após tentativa de se conectar com as pessoas que nós normalmente não permitiríamos nem que entrasse no nosso carro – muito menos no nosso espaço emocional.
Depois de um tempo, aprendemos que o namoro é igual a dor… e os indivíduos tendem a se desligar emocionalmente para evitar a dor. Eles constroem uma versão falsa de si mesmos para começar namoros, aprendem a fingir uma maneira de jogar conversa fora.
O problema é que se você se constrói um muro para cada pessoa que você encontrar, as chances de passar por cima do que é realmente compatível com você está perto de 100%.
É sempre possível sentir a desconexão, fria e morta, por trás de uma conversinha espirituosa. Tudo é apenas uma atuação. Permitimos os outros na varanda, mas se querem ver a sala, precisam olhar através das janelas.
Tente isto: existem várias maneiras de fazer isso, mas o resultado tem que ser o mesmo: chegar a um ponto onde você pode compartilhar as piores partes de si mesmo e não julgar a outra pessoa quando ela fizer o mesmo.
É por isso que encontro na internet funciona tão bem para algumas pessoas – é realmente mais fácil ser aberto e honesto com uma pessoa sem rosto. Para outras pessoas, namorar alguém que já era um amigo de verdade funciona – não há necessidade de fingir que você é o que não é. Ou, talvez a solução seja só namorar alguém tempo suficiente para que as barreiras caiam todas, uma a uma, contra a sua vontade.
Obviamente que não funciona da mesma maneira para todo mundo – não há dúvidas de que existem caras que conhecem meninas em baladas e afins que, ao longo do tempo, derrubam as barreiras e começam a ser realmente honestos com a pessoa que ele se relaciona sexualmente. E vice-versa. O ponto é que é preciso passar a fase em que a relação depende inteiramente de quão bem você consegue esconder sua falha do outro.
Claro que isso envolve uma certa quantidade de confiança, o que significa que…
4 – VOCÊ PRECISA APRENDER A CONFIAR
A coisa mais normal do mundo é ver amigos terem acessos de ciúme porque sua esposa foi às compras 45 minutos atrás e normalmente só leva 43 minutos. “Ela deve estar com alguém”, dizem. Mesmo depois que ela volta com um carro cheio de mantimentos e um recibo datado, eles só sentem o cheiro de outro homem nela.
Usar maquiagem diferente, um novo perfume antes de sair, um vestido novo… pronto. O ciúme manda até trocar de roupa. E não adianta procurar argumentos. A resposta é sempre a mesma: Eu não confio em você.
Tente isto:Não nascemos com a capacidade de confiança – quando bebê, você gritou, chorou e esperneou quando sua mãe saiu do quarto, com medo que você tivesse sido abandonado. A confiança é algo que se aprende.
Quando não se tem motivos para confiar em alguém nos anos mais jovens, a posição que se assume é a pior. Ele está trabalhando até tarde? Sim, trabalhando com uma mulher! Ela disse que vai sair para comer com os amigos? Mas como sair para comer com aquela roupa apertada! E normalmente não tem nada a ver com isso.
Quando alguém descobre como todo mundo tem sua roupa suja, desconfia sempre. Mas se a vida é tão compartilhada assim, não é possível esconder alguma coisa, mesmo que se queria. Você ganha confiança e confia na sua companhia.
E nada de fazer comentários contando uma história sobre como uma vez a sua desconfiança valeu a pena. Afinal, se a desconfiança existe, o relacionamento dá errado de qualquer forma. Ou eles não são dignos de confiança de fato, ou você não está seguro o suficiente para baixar a guarda.
3 – VOCÊS PRECISAM SER AMIGOS (EM ALGUM PONTO)
Quando somos jovens, normalmente costumamos pensar que é impossível ser amigo de alguém que você está namorando. A amizade deve matar o romance, certo? A amizade é fazer besteiras e se divertir juntos e o romance é fazer sexo, não??
Mas, quando crescemos, percebemos que todo relacionamento bem sucedido tem este ponto em seu núcleo: se você tira a ligação romântica, essas duas pessoas ainda podem sair como se nada tivesse mudado.
De certo modo, muita gente não consegue ter amizade com quem tem uma relação romântica. Porque gostam de falar o que os outros querem ouvir, fazer o que os outros querem fazer, porque modificam seu senso de humor para parecer mais aceitável. Em vários níveis a ligação fica artificial.
Tente isto: Você não pode fazer um relacionamento funcionar a menos que você realmente goste da companhia do outro para além do sexo. Se isso soa como um conselho óbvio, então você não percebe que um grande número de casais esquece disso antes de fazer a compra das alianças.
E não pense que desfrutar da companhia do outro significa uma adoração sem fôlego, em que você acha que ele é um deus mágico, e sente borboletas intestino cada vez que ele passa. Canções pop são assim. Se você ainda acredita nisso, vai tratar pessoa como trataria uma celebridade, projetando na pessoa real uma fantasia que vive em sua cabeça. Qualquer um que diga que ainda sente as borboletas após 50 anos de casamento precisa ver um cardiologista, porque há alguma coisa errada.
Isso não quer dizer que ambos precisam ser amigos primeiro para depois entrar no relacionamento – isso pode dar muito errado, com a menina achando que tem um bom amigo do sexo masculino e o cara achando que está avançando cada vez mais. E esse tipo de amizade pode não dar certo porque ambos têm intenções diferentes. Mas também pode ser uma saída.
O que as pessoas tem que tirar da cabeça é que amizade e relacionamento são coisas opostas. Existem sabores diferentes de amizade que podem, inclusive, serem permeados por sexo. Talvez precise de um termo menos clínico para isso, mas é essencial que se tenha “compatibilidade”. Chame do que for, essa conexão é o núcleo do relacionamento. Não o sexo, não o romance. E também não só a capacidade de tolerar uns aos outros. Mas a compatibilidade.
2 – NENHUM DE VOCÊS TEM DÍVIDAS PARA COM O OUTRO
Soa superficial dizer que as finanças tem o segundo papel mais importante em um casamento – os tipos mais românticos diriam que, se seu amor era tão frágil que o dinheiro poderia quebrá-lo, talvez ele estivesse condenado desde o início. Mas é preciso ser bem realista…
Pense você em um emprego ruim, seu parceiro desempregado. Terceiro filho acaba de nascer e não existem mais amigos para emprestar dinheiro suficiente para manter a eletricidade. Parece um extremo de vida, mas se você não tiver ideia do orçamento que tem e só se preocupar com a cerveja na geladeira, isso é muito fácil de acontecer.
E não é a casa caindo aos pedaços e carro feio que pressionam o relacionamento, mas o estresse. Argumentação constante, discussões de relação, atribuição de culpa.
O dinheiro traz toda a desconfiança em foco, suspeita constante de que o outro não está fazendo o esforço que deveria, carregando seu fardo.
Tente isto: Carregar seu fardo. Esse é o problema. Não imagine a relação como duas pessoas puxando uma carroça. É como duas pernas carregando uma pessoa.
Se você quebrar um dedo do pé, as pernas não têm argumento sobre o fato de que uma delas força a outra a mancar. Elas simplesmente mudam seu passo e seguem em frente.
É bem difícil pensar na teoria das duas pernas. Se você está trabalhando e outro não, ou se você está trabalhando mais horas, rapidinho começa a pensar que o dinheiro é mais seu, como você é o chefe de família e como o outro tem que dar satisfação para cada centavo que gasta.
Ou você pode entrar de fato na matemática: você leva para casa R$ 500 por semana e seu companheiro leva R$ 300. Suas contas são de R$ 600. Então, já que você está usando tudo na casa da mesma forma, você divide as contas no meio, R$ 300 cada. Agora o outro não tem nada e você tem R$ 200 sobrando, que você mostra para ele, juntando as notas, esfregando em seu nariz e cheirando profundamente. “Mmmmm… amo o cheiro de dinheiro, doce, doce. Aposto que você gostaria de ter algumas notas”.
É aí que o dinheiro destrói relacionamentos. Quando você ainda está pensando em termos de o que é seu e o que é dele(a). E o que cada um de vocês “ganhou” em dinheiro ou tempo. Enquanto você mantém uma pontuação em separado, você ainda não está pensando em vocês como um casal. Você tem apenas um colega de quarto.
É preciso chegar ao ponto em que você pode confiar no outro para desenhar a partir do mesmo conjunto. Se a menina diz que ela precisa de R$ 50 para um creme é preciso confiar que ela está sendo responsável. E quando seu trabalho lhe rende algum dinheiro extra, decidam juntos como será o gasto. Caso contrário, tudo se torna uma batalha.
Uma vez que você entra nessa besteira de pensar que o outro “deve” a você, é um redemoinho sem fim que se vai pelo ralo. E novamente a dívida não é sempre sobre o dinheiro, pode ser porque você fez mais tarefas domésticas na semana passada, ou por ter trocado mais fraldas, ou por não ter pulado na garganta dele quando ele esqueceu algo importante. O fato de você estar mantendo uma pontuação qualquer vá mata a relação.
1 – VOCÊ REALMENTE ENTENDE O QUE “PARA SEMPRE” SIGNIFICA
Muitas vezes, casamentos não começam com um gesto romântico ou uma proposta planejada. Pode ser um ultimato. Ela ou ele coloca um prazo: “Se não nos casarmos em julho, eu sigo em frente”. Nesse momento, não necessariamente se entende o que o “casamento” significa. Pode parecer somente um anel e um pedaço de papel que diz que oficialmente existe uma ligação.
Aí, depois de alguns anos você se senta sozinho no seu novo apartamento, tentando descobrir o que deu errado. Nesse caso, casar não foi uma coisa planejada, foi apenas o próximo passo, a próxima coisa que deveria ser feita.
Tente isto: Imagine que o casamento não existe. Imagine que você vive em uma sociedade onde o casamento não é esperado e onde você não precisa ficar dando explicações de por que não se amarrar. Imagine todas as pressões sociais indo embora. Você ainda faria a promessa de ficar com essa pessoa para sempre? Você vai se casar, porque você quer se casar? Ou apenas porque é isso que as pessoas fazem? Um número impressionante de casamentos acontecem por causa deste último caso.
É preciso perceber que existe um compromisso tão profundo que algumas pessoas estão dispostas a se vincular aos seus votos mesmo sem um pedaço de papel e uma orientação espiritual. Quando você está de fato apaixonado, se empenha em nunca trair, em confiar, em ser sincero, em não fazer cobranças. E o amor verdadeiro não é algo que se esgota em um dia, não precisa de “até que a morte os separe”. Mas e aí, preparado? [Cracked]
Fonte: HypeSciense

6 dicas científicas para seu casamento dar certo


Enquanto os pesquisadores não criam a fórmula do amor, ou mesmo uma poção do amor, siga as dicas seguintes para fazer seu casamento durar. Não custa tentar, não é?
1 – CASE COM ALGUÉM QUE GASTE COMO VOCÊ
Se você é controlado com os seus gastos, mas se casa com alguém que sempre estoura o limite do crédito, é bem capaz que a sua paciência também estoure, e o casório vai por água abaixo. O professor de administração Scott Rick, da Universidade de Michigan, entrevistou mais de mil pessoas, casadas e solteiras, e verificou que as pessoas tendem a se casar com pessoas com tendências opostas de gastos. O estudo mostrou que eles também brigam mais por causa de dinheiro e, geralmente, estão insatisfeitos com sua união.
2 – FAÇA BASTANTE SEXO
Os pesquisadores Michelle Russell e James McNulty, da Universidade do Tennessee, verificaram que sexo frequente pode ajudar no casamento de pessoas neuróticas. Aqueles que mantêm uma rotina regular de relações sexuais estão tão satisfeitos quanto os casais com menos “neuroses”, segundo um estudo publicado por eles em outubro de 2010. Mesmo se o sexo não for muito bom no começo, mantenha a prática. Outro estudo mostrou que as relações melhoram com a idade. Homens com 50 anos se mostraram mais satisfeitos com sua vida sexual do que aqueles com 30 e poucos anos de idade, de acordo com uma pesquisa publicada em 2006.
3 – FALE MAIS “OBRIGADO” E “NÓS”
Em 2007, pesquisadores da Universidade Estadual do Arizona perguntaram a casais se eles se mostravam gratos pelas tarefas realizadas por seus parceiros. A maioria disse que se sentia grato, mas não demonstrava para o outro, pensando que “eles deveriam saber”. Os resultados mostraram que aqueles que compartilhavam e ouviam estes sentimentos de apreço guardavam menos rancor em relação à tarefas mal compartilhadas (pense no quanto de louça você não ajuda o(a) seu(sua) parceiro(a) lavar). Eles também estão mais felizes em seus relacionamentos.
Além de dizer mais “obrigado”, está na hora de usar mais vezes a palavra “nós”. Um estudo publicado em um periódico internacional de psicologia, em 2009, mostrou que as esposas e maridos que usavam palavras como “nós” ou “nosso”, quando falavam sobre um assunto conflituoso, também demonstravam mais carinho. Isso diminuía comportamentos raivosos e os níveis de estresse psicológico durante uma briga.
4 – RESOLVA-SE LOGO
Se o seu parceiro te irrita agora, o futuro de vocês é desanimador. A insatisfação com os “defeitos” aumenta com o tempo em que estão juntos. Pesquisadores entrevistaram 800 pessoas sobre seu nível de “negatividade” em relação ao parceiro, aos filhos e aos amigos. Os companheiros ficaram no topo da lista como os mais irritantes. E a tendência era piorar com o tempo. Contudo, isso pode ser algo normal em todos os relacionamentos. “Como este era um padrão entre a grande maioria dos participantes, percebemos que é algo normativo. Não é fora do comum”, disse o líder do estudo, Kira Birditt, do Instituto de Pesquisas Sociais da Universidade de Michigan.
5 – SEJA DURÃO
O professor de psicologia James McNulty, da Universidade do Tennessee, verificou que o combustível de alguns casamentos são as atitudes negativas. Acredite se quiser. Para alguns casais com muitos problemas, o melhor jeito de “melhorar” o casamento é botar a culpa um no outro, mandar o outro mudar e perdoar menos.
Segundo ele, essencialmente, casais felizes se comportam de maneiras que, ao invés de fazê-los mais contentes, apenas refletem seu contentamento. Já os casais insatisfeitos, se tentam fazer o mesmo, acabam piorando o relacionamento com o tempo. McNulty diz que, nestes casos, botar a culpa no outro pode estimular o casal a mudar.
6 – SE ESFORCE
O amor pode durar se você se esforçar para fazê-lo perpetuar. Um estudo de 2009 analisou respostas de seis mil pessoas, incluindo casais recém-formados e outros que estavam há décadas juntos. Um número surpreendente de pessoas respondeu que ainda estava apaixonado pelo companheiro mesmo depois de um longo tempo.
E qual o segredo? Esforço. Estes casais felizes disseram que dedicavam tempo um ao outro e conseguiam resolver conflitos com calma e compreensão. O estudo mostrou que novas experiências estimulavam a produção de neurotransmissores como dopamina e noradrenalina, que estão em altas concentrações no cérebro no começo dos relacionamentos. Conclusão: se esforce para cuidar de seu parceiro, para amá-lo e para nunca deixar o relacionamento cair na rotina. [LiveScience]
Fonte: HypeSciense